Menu
Busca quinta, 09 de julho de 2020
(67) 99647-9098
TJMS julho20
Agronegócio

Brasil participa de reunião para definir estratégia contra nuvem de gafanhotos

De acordo com governo da Argentina, praga foi novamente “achada” na cidade de Curuzú Cuatiá

27 junho 2020 - 15h50Flávio Veras, com informações do G1

Após dias sem saber a localização exata da nuvem de gafanhotos, o Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) informou, nesta sexta-feira (26), que "achou" onde a praga se encontra no país. Na última quinta-feira (25), o Brasil participou de uma reunião para definir estratégias contra a praga.

"Após dias de rastreio das equipes Senasa da Argentina e da província de Corrientes, hoje se pode descobrir a localização da nuvem de gafanhotos, que se encontra a 90 km a oeste da cidade de Curuzú Cuatiá", diz o boletim mais recente do órgão.

Brasil participa de reunião e monitora

Segundo o Grupo Técnico de Gafanhotos do Comitê de Sanidade Vegetal (Cosave), uma reunião para analisar a situação foi realizada com participação de Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai.

O Ministério da Agricultura brasileiro afirmou que o monitoramento feito pelo governo indica que "até o momento, estão mantidas as previsões sobre a rota da nuvem de gafanhotos, que não entrou em território brasileiro".

"De acordo com os dados meteorológicos para a Região Sul do Brasil, previstos para os próximos dias, é pouco provável - até o presente momento - que a nuvem avance em território nacional. Caso isso ocorra, será feito um monitoramento interno para o acompanhamento da evolução do evento."

Praga pouco conhecida

Segundo um relatório do Ministério da Agricultura da Argentina, a espécie de gafanhoto que avança na América do Sul, chamada Schistocerca cancellata, causou danos severos à produção do país nos anos 1960 e é considerada uma "praga pouco conhecida".

Novos ataques do inseto voltaram a ser relatados no país vizinho somente em 2015 e se repetiram em 2017 e 2019. Os argentinos afirmam que o inseto não traz nenhum risco aos humanos nem é vetor de doenças.

No Brasil, de acordo o Ministério da Agricultura, esses gafanhotos estão no país desde o século 19 e causaram grandes perdas às lavouras de arroz na região Sul nas décadas de 1930 e 1940. Mas as nuvens não se formam desde então.

PMCG Refis

Deixe seu Comentário

Leia Também

Agronegócio
Exportação de carne de aves dispara em MS
Agronegócio
Estado cria comitê para monitorar nuvem de gafanhotos da Argentina
Agronegócio
Frente fria muda direção de nuvem de gafanhotos que se aproximava do Brasil
Agronegócio
Tereza Cristina diz que Ministério monitora "nuvem de gafanhotos"
Agronegócio
Nuvem de gafanhotos chega à Argentina e se aproxima do Brasil
Agronegócio
Em MS, vazio sanitário da soja tem início nesta segunda
Agronegócio
Segundo produtor de grãos do país, Paraná tem pior seca em 30 anos
Agronegócio
Rios de MS estão com baixos índices de navegação", alerta Verruck
Agronegócio
Riedel participa de videoconferência sobre agronegócio internacional
Agronegócio
Exportações crescem e superávit de MS atinge US$ 979 milhões, aponta Governo

Mais Lidas

Geral
AO VIVO - V12 e DJ Marcelo Natureza tocam as mais pedidas pelo público
Saúde
Prefeitura garante R$ 9,5 milhões para a Santa Casa
Política
“Estou bem melhor”, diz Paulo Corrêa
Esportes
Live: Rodeio sem público começa nesta quinta em Chapadão do Sul