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Brasil é o primeiro na lista em ganho de bem-estar da população

11 dezembro 2012 - 16h31Divulgação/Brasil sem Miséria

Entre 150 países, o Brasil é o que apresentou o maior ganho de bem-estar nos últimos cinco anos, revela pesquisa com base em 51 indicadores econômicos e sociais. Segundo o levantamento da empresa internacional de consultoria Boston Consulting Group (BCG), o País foi o que melhor utilizou o crescimento econômico, entre 2006 e 2011, para aumentar a qualidade e o padrão de vida e o bem-estar da população.

O Brasil lidera o índice com a pontuação máxima, 100 pontos. Em seguida está Angola, com 98; Albânia, com 97,9; Camboja, com 97,5; e Uruguai, com 96,9. A Argentina ficou na 26ª colocação, com 80,4 pontos. O Chile ocupa a 48º posição, e México, a 127ª.

Distribuição de renda
O documento aponta o desempenho brasileiro como resultado da distribuição de renda, principalmente por meio de programas como o Bolsa Família, que contribuiu para redução da extrema pobreza pela metade na última década.

“Por isso, é importante distribuir renda. A queda da extrema pobreza não se dá apenas pelo crescimento econômico. A taxa de extrema pobreza de hoje seria pelo menos um terço maior, não fosse a transferência de renda do Bolsa Família. Dependendo do intervalo de ano observado, o programa responde por 15% a 20% da redução da desigualdade”, afirma o secretário nacional de Renda de Cidadania do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Luís Henrique Paiva.

No período de 2006 a 2011, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu a um ritmo médio anual de 5,1%. E o ganho social brasileiro, apresentado pela pesquisa da BCG, é equivalente ao de um país que tivesse registrado expansão anual de 13% da economia. “Quando temos a conjunção, ou seja, o crescimento econômico moderado, aliado a um processo de distribuição de renda, é possível atingir bons resultados, porque o dinheiro não está vinculado apenas ao crescimento econômico”, diz o secretário.

De acordo com levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o valor aplicado no Bolsa Família produz resultados crescentes no PIB. Segundo Paiva, o programa de transferência de renda acaba tendo um custo muito baixo, de menos de 0,5% do PIB. E cada real investido gera, por meio de um efeito multiplicador, impacto no PIB brasileiro de R$ 1,44. “Dessa forma, além de contribuir para a economia local, o programa é significativamente contributivo para a economia brasileira”.

Crescimento inclusivo
Para quem vive na extrema pobreza, o acesso à renda é fundamental, pois permite o acesso da população a bens de consumo. Transferir renda, porém, não é suficiente e por isso o ministério conta com outros programas de assistência social, de capacitação profissional, e de acompanhamento na escola e saúde.

De acordo com o secretário nacional de Avaliação e Gestão da Informação do MDS, Paulo Jannuzzi, o Brasil está sendo reconhecido pelo esforço dos últimos dez anos e os resultados da pesquisa do BCG são a prova de que o governo brasileiro está no caminho certo. “O país conseguiu esse avanço com uma taxa de crescimento econômico de 5%. Isso mostra que a estratégia de crescimento inclusivo garante que, além do crescimento econômico, tenhamos avanços nos indicadores das políticas sociais.”

Na avaliação de Jannuzzi, o relatório mostra que o conjunto de políticas sociais - nas áreas de educação e saúde e outras ações do governo, aliados à redução da pobreza por meio da transferência de renda e da garantia de acesso a serviços públicos à população vulnerável - traz resultados na melhoria de vida para a população como um todo.

Pesquisa
A consultoria BCG fez a pesquisa baseada em diversas fontes, como Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional (FMI), Organização das Nações Unidas (ONU) e Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Os dados dessas instituições permitiram traçar um panorama em dez áreas: renda, estabilidade econômica, emprego, distribuição de renda, sociedade civil, governança (estabilidade política, liberdade de expressão, direito de propriedade, baixo nível de corrupção, entre outros itens), educação, saúde, ambiente e infraestrutura.

Via Portal Brasil

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