Esta semana, Edison Brittes protocolou um pedido de prisão domiciliar. Pouco depois de ter completado um ano do crime, o assassino confesso do jogador Daniel Correa, quer continuar repsondendo à Justiça de casa com uso de tornozeleira eletrônica. Para os advogados de Brittes, o réu não causa mais riscos ao processo, exatamente por todos os depoimentos já terem sido feitos. Brittes é o único réu a estar preso e a decisão será da juíza Luciani Regina Martins de Paula, da 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais.
Brittes está preso preventivamente desde novembro do ano passado e responde por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de adolescente e coações durante o processo.
Relembre o caso
O empresário Edison Brittes assumiu, em depoimento à polícia, ter matado o jogador Daniel Correia, de 24 anos. O caso aconteceu na madrugada do dia 27 de outubro do ano passado, na casa de Brittes em Curitiba. Edison alegou que defendia a esposa de suposto estupro de Daniel, que estava no quarto do casal.
Para a Polícia Civil e o Ministério Público, não houve estupro. Seis acusados de se envolverem no assassinato estão presos e Evellyn Perusso, acusada de falso testemunho e calúnia na denúncia, responde em liberdade. Daniel estava atuando no São Bento, emprestado pelo São Paulo. O jogador também tem passagens por Coritiba e Botafogo.
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Edison responde por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de adolescente e coações durante o processo (Reprodução)



