O corpo do cantor e compositor Almir Guineto, 70 anos, está sendo velado hoje (6) no Rio de Janeiro. O velório vai até às 13h deste domingo (7), na Tijuca, na quadra da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, sua escola do coração.
O sambista esteve internado por dois meses no Hospital Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no Fundão, para se tratar de uma pneumonia e problemas renais crônicos, agravados por complicações decorrentes de diabetes. Ele morreu ontem à tarde (5) e seu enterro será neste domingo às 15h, no cemitério de Inhaúma, também na zona norte.
O sambista foi nascido e criado no morro do Salgueiro, na Tijuca, teve contato direto com o samba desde a infância, já que havia vários músicos na família. Seu pai era violonista e integrava o grupo Fina Flor do Samba. A mãe, conhecida como Dona Fia, era costureira e uma das principais figuras de destaque da Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro. Dona Fia chegou a ser homenageada numa composição do filho.
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