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Empresa diz que desativará quatro reatores de Fukushima

30 março 2011 - 09h32
A companhia japonesa Tokyo Electric Power Co (Tepco), disse nesta quarta-feira (30) que irá sucatear quatro reatores da usina nuclear de Fukushima Daiichi, enquanto o país se esforça para controlar a crise nuclear duas semanas após o forte terremoto e tsunami que devastaram o Japão, informou a agência Kyodo. A empresa também disse que os esforços para conter a crise vão levar tempo. Tsunehisa Katsumata, executivo da Tepco, afirmou que "várias semanas" será pouco tempo para estabilizar os reatores. Em um sinal de que a dimensão da catástrofe é enorme, Katsumata admitiu em uma entrevista coletiva que o custo de compensação do desastre irá prejudicar financeiramente a empresa, que se esforçará para evitar a nacionalização. Complexo de Fukushima Daiichi, visto em foto aérea do dia 24 de março (Foto: Reuters)''Pedimos desculpas por provocar no público ansiedade, preocupação e problemas devido às explosões em prédios do reator e da liberação de materiais radioativos'', disse Katsumata no escritório da companhia em Tóquio. 10 mitos sobre energia nuclear ''Nós não temos escolha a não ser sucatear os reatores 1 a 4, se olharmos para as suas condições objetivamente'', acrescentou Katsumata em um momento em que os trabalhadores continuam os esforços para impedir o superaquecimento e para restaurar os sistemas de refrigeração. A empresa informou mais cedo que os reatores 5 e 6, as duas unidades restantes do complexo Daiichi, já estão em condição estável. Desde que perdeu sistemas de refrigeração para reatores após o terremoto e tsunami de 11 de março, a usina tem vazado material radioativo no ar e mar. Mais cedo, a Tepco disse que seu presidente, Shimizu, de 66 anos, foi internado terça-feira por hipertensão e tonturas. Katsumata, que já assumiu o papel de Shimizu temporariamente na liderança dos esforços para solucionar a crise, disse que o presidente deve retornar em breve e continuar tomando a liderança na gestão da crise. Shimizu apareceu poucas vezes em público desde uma conferência de imprensa em 13 de março, dois dias depois do desastre natural. Shimizu ficou debilitado a partir de 16 de março, segundo a empresa. Fonte: G1 com agências internacionais
PMCG Refis

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