Menu
Busca sexta, 13 de dezembro de 2019
(67) 99647-9098
Perkal
Brasil

IGP-10 sobe 0,19% em novembro, aponta Ibre/FGV

Em 12 meses a alta é de 3,33%

15 novembro 2019 - 08h00Joilson Francelino

O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10), divulgado na quinta-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), variou 0,19% em novembro. O acumulado do ano soma alta de 4,62% e em 12 meses a alta é de 3,33%. A coleta de preços para a pesquisa foi feita entre os dias 11 de outubro e 10 de novembro.

Em outubro, a taxa variou 0,77%, e em novembro de 2018, o índice havia registrado queda de 0,16%.

O IGP é um indicador mensal do nível de atividade econômica, sendo composto pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC).

IPA

Em novembro, o IPA variou 0,25%, depois de subir 1,16% em outubro. Por estágios de processamento, os Bens Finais subiram 0,23%, após alta de 0,04% em outubro, influenciado pelo subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,34% para 1,17%.

Já a taxa de Bens Intermediários passou de 1,33% em outubro para 0,82% em novembro, com influência do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja desacelerou da alta de 7,43% para 2,40%.

No índice de Matérias-Primas Brutas, a queda de 2,24% em outubro para menos 0,36% em novembro ocorreu devido à queda de preço no minério de ferro (4,16% para menos 9,47%), café em grão (4,70% para menos 0,76%) e leite in natura (menos 0,07% para menos 1,76%). As principais altas foram no milho em grão de 5,27% para 9,33%; bovinos, de 1,64% para 4,19%, e cana-de-açúcar de menos 0,23% para 1,48%.

IPC

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) no mês de novembro subiu 0,03%, depois da queda de 0,06% em outubro. Segundo o Ibre/FGV, quatro das oito classes de despesa avançaram. O destaque foi o grupo Alimentação, que passou de menos 0,64% para menos 0,07%, com as frutas registrando alta de 0,46% em novembro, após queda de 5,31% em outubro.

O grupo Vestuário também subiu, de 0,14% para 0,43%. Despesas Diversas passaram de 0,11% para 0,34% e Saúde e Cuidados Pessoais foram de 0,22% para 0,31%, influenciados pelos itens roupas (0,32% para 0,53%), cigarros (0,17% para 0,73%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (0,15% para 0,53%).

Por outro lado, tiveram desaceleração os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,24% para 0,15%), Habitação (-0,02% para -0,14%), Transportes (0,21% para 0,14%) e Comunicação (0,34% para -0,09%). As maiores influências foram em passagem aérea (-0,16% para -4,44%), eletricidade residencial (-1,06% para -1,58%), óleo diesel (3,02% para 1,67%) e telefone móvel (0,97% para -0,13%).

INCC

O último componente do IGP, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,20% em novembro, depois de variar 0,09% em outubro. Materiais e Equipamentos passaram de 0,26% para 0,50%, Serviços foram de -0,02% para 0,23% e Mão de Obra que teve variação pelo segundo mês seguido.

PMCG - Cidade do Natal

Deixe seu Comentário

Leia Também

Brasil
FGTS poderá distribuir mais que 50% dos lucros, esclarece governo
Brasil
Simone comemora agilidade na aprovação do pacote anticrime
Brasil
Forças Armadas poderão fiscalizar as eleições de 2020
Brasil
Petição contra filme do Porta do Fundos supera 1 mi de assinaturas
Brasil
Maia quer pautar fim do foro privilegiado em janeiro
Brasil
Aposentadoria complementar pode ficar isenta de Imposto de Renda
Brasil
“Sociedade quer rapidez”, diz Simone em relação a 2ª instância
Brasil
STJ manda soltar Pezão
Brasil
''Forças Armadas garantem a democracia'', diz Bolsonaro
Brasil
Receita exigirá CPF de destinatário em encomendas internacionais

Mais Lidas

Cidade
Sorteio de lotes durante o Habita Campo Grande deste sábado é cancelado
Cidade
Marquinhos inaugura a Cidade do Natal
Política
Beto Pereira perde liderança do PSDB por um voto
Cidade
Afonso Pena está parcialmente interditada para inauguração da Cidade do Natal