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Mãe que matou as filhas envenenadas, afogadas e a facadas disse ter feito bem a elas

Izadora passou por audiência de custódia e teve a prisão convertida para preventiva

29 setembro 2022 - 17h53Brenda Assis
Mega - destaque de noticia

Izadora Alves de Faria, de 30 anos, que confessou ter ter matado as duas filhas, Maria Alice, de 6, e Lavínia Souza, de 10 anos, em Edéia, no sul de Goiás, foi ouvida pela polícia dando detalhes do crime e não demonstrou arrependimento em momento algum.

De acordo com o G1, o delegado Daniel Moura contou que a mulher acredita ter ‘livrado as meninas de viver uma vida que ela viveu’. Para ele, ela relatou que envenenou, tentou eletrocutar as meninas dentro de uma caixa d'água com fios elétricos e em seguida, as afogou e deu facadas para garantir que elas tinham morrido.

Izadora passou por audiência de custódia e teve a prisão convertida para preventiva. A decisão do juiz Hermes Pereira Vidigal avalia, com base nos depoimentos, que Izadora agiu de forma “fria, repugnante e cruel”, e que ela oferece risco se permanecer em liberdade.

O pai das crianças disse à polícia que achou as filhas mortas debaixo de um cobertor quando chegou em casa para almoçar. Segundo o delegado, ele disse que saiu para trabalhar pela manhã e estranhou quando voltou e encontrou o portão trancado. Logo depois, ele viu vestígios de sangue e achou as meninas em um colchão.

"O pai estranhou, porque ele sempre deixa o portão aberto. Ele chamou pela esposa, ninguém respondeu. Quando ele abriu, ele viu que tinha um colchão com cobertor na área da frente. Quando ele tirou o cobertor, ele viu que as duas filhas estavam mortas", disse o delegado.

Izadora foi achada com a ajuda de cães farejadores, por volta de 21h de terça-feira (27), em um matagal próximo à casa. Segundo o delegado, ela tinha sinais de ferimentos que indicam que ela tentou suicídio.

"Ela confessou o crime, o modo como ela matou as crianças. Segundo ela, de início, ela tentou dar veneno, mas como ela viu que não iria funcionar, ela levou as crianças para uma caixa d'água, que fica em frente à casa, e tentou eletrocutar as crianças com uma extensão ligada à rede elétrica. Como ela viu que não ia dar certo, ela desligou a extensão e foi lá na caixa d'água e afogou as crianças", disse.

"Quando as crianças estavam desacordadas, ela tirou as duas da caixa d'água e as colocou num colchão. Para certificar que tinha matado elas, ela deu um golpe de arma branca", completou o investigador.

De acordo com o delegado, a causa da morte ainda será confirmada pela Polícia Científica. Aos policiais militares, o pai contou que, na noite anterior ao crime, ele e Izadora teriam brigado, e ela ameaçou tirar a própria vida e matar as filhas.

Se condenada, Daniel explicou que Izadora pode pegar até 100 anos de prisão.

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