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Além de atrasos e lotação, passageiros reclamam de linhas que ainda não voltaram

Usuários do transporte coletivo estão preocupados com a disseminação da covid-19 dentro dos ônibus na Capital

11 maio 2021 - 16h41Brenda Assis

Andar de transporte público em Campo Grande tem sido um grande desafio para quem tem apenas este meio de locomoção pela cidade. Passageiros relataram ao JD1 Notícias, atrasos de até duas horas, falta de ônibus em alguns bairros e lotação em diversos horários.

“Eles fizeram algumas alterações, um ônibus que passava em outro bairro começou a circular aqui perto de casa, mas mesmo assim é demorado, então tenho que andar mais de 10 min para conseguir pegar um ônibus e ir para o trabalho sem me atrasar”, relata uma moradora do Lagoa Park, que não quis se identificar. “Fica mais complicado a noite, quando estou voltando, porque ando todo esse trajeto, o que acaba sendo perigoso, porque a região não é muito segura”, explica ela. 

Devido a pandemia, alguns bairros tiveram as rotas atualizadas para que houvesse uma diminuição da circulação de ônibus na cidade. Uma outra reclamação constante de quem utiliza o transporte coletivo são os atrasos. Moradores falam em até duas horas sem passar um ônibus.

“As linhas 229 (Cabreúva) e 402 (Santa Carmélia), tiveram alteração nos horários, mas só passam praticamente a cada 2h e sempre atrasados. Quando a gente reclama, os motoristas só te ignoram, fingindo que você nem existe”, conta outra passageira. “Eu trabalho no Shopping Bosque dos Ipês, então eu pego todo dia as linhas 087, 073 ou 081 no general Osório, e depois o 215, essas linhas principais tem vezes que atrasam, sempre vem e voltam lotadas. O 215 no horário da noite é muito ruim, vai cheio também, por conta do pessoal que trabalha aqui no shopping, no núcleo industrial, Leroy Merlin, e nos supermercados”, explica.

Ela também conta que os trabalhadores fizeram uma reclamação formal sobre os atrasos da linha que vai para o shopping. “Em um trajeto q poderia ser feito em 5 ou 10 minutos estourando, eles fazendo em quase 20 minutos de propósito, porque os trabalhadores já foram reclamar na Assetur desses atrasos. Já conversei com algumas funcionárias do shopping, e elas disseram que já ligaram para reclamar, e não foi uma ou duas, foi umas cinco pessoas ou mais que reclamaram”, finaliza.

Um morador do bairro Moreninhas, reclamou da super lotação dos ônibus que precisa pegar.

“Às vezes demora mais de 1h o ônibus e quando vem tem gente saindo pelas janelas de tão lotado”, explica. Ele também comenta sobre o transtorno que é ter que sair para trabalhar dia de domingo. “É um caos, como eu trabalho em shopping é um caos para voltar pra casa. Pois o shopping fecha as 20:00, e o 061, que é o que vai para o Moreninhas, sai do centro as 20:35 e não tem como chegar as centro em 35 minutos por conta do atraso das outras linhas de ônibus que saem do shopping em direção ao centro da cidade. Acabo ficando horas esperando um ônibus pro meu bairro”.

Procurado pelo JD1 Notícias, o Consócio Guaicurus explicou que as linhas que foram retiradas de circulação, só irão retornar quando a pandemia do coronavírus acabar. Sobre os atrasos, a empresa prestou o seguinte esclarecimento. “Os usuários podem ligar para o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) que nosso pessoal está dando todas as orientações, inclusive sobre origem e destino. Qual linhas e horários eles devem observar, de acordo com o trajeto que desejam fazer. No seguinte número 3316-6600”.

A empresa diz ainda que existem mudanças sendo feitas todos os dias, a melhor orientação que eles podem passar, é para que a ligação seja feita para o SAC.

“Pelo decreto, podem viajar em pé até 70% do total de passageiros. Em um ônibus comum, como esse da foto, cabem 63 passageiros e 70% deste total equivale a 44 pessoas. Então não tem lotação acima do que estabelece o decreto”, explica a empresa sobre as reclamações de lotação. Eles ressaltam ainda, que toda a fiscalização de medidas de prevenção contra a covid-19 é feita pela Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran).

 

Vai di Vinho

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