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Aumento da tarifa é adiado e passageiros ainda pagam R$ 3,95

Consórcio Guaicurus só aumentará o preço da passagem a partir de amanhã, após publicação oficial

21 janeiro 2020 - 09h26Sarah Chaves

Após a liminar que suspendia o reajuste da tarifa do transporte coletivo de Campo Grande ser derrubada, as primeiras informações eram de que a partir desta terça-feira (21), os usuários voltariam a pagar R$ 4,10, porém quem comprou a passagem nos terminais percebeu que o valor ainda é de R$ 3,95.

O presidente do Consórcio Guaicurus, João Rezende, explicou ao JD1 Notícias que a tarifa de fato subiria nesta terça, mas primeiro precisa seguir algumas regras. “O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) afirmou que a tarifa a partir de hoje seria R$ 4,10, no entanto após a decisão existe um trâmite, de publicações no diário oficial e afins”, falou.

De acordo com João Rezende, o consórcio não pode aumentar a tarifa enquanto a decisão não for publicada oficialmente. “Isso só foi feito hoje e nós só podemos cobrar o preço novo a partir do momento da publicação. Então verdadeiramente tudo caminha para que a tarifa tenha um novo preço amanhã, começando a partir de meia noite”, elucidou o presidente do Consórcio Guaicurus.

Para alguns passageiros que fizeram a viagem no transporte coletivo hoje, o aumento da tarifa é controverso. A cozinheira Olinda Alvez Barbosa, 51 anos, afirmou que o novo valor pode ser um pouco “amargo” para o bolso. "Quanto mais caro, mais pesa no bolso da gente. Mas se for para melhorar acho que não tem problema desde que os ônibus tenham qualidade”, alegou.

A usuária Lucinéia Pereira Costa, 50 anos, diz que não é a favor do aumento da tarifa e junto com outros passageiros assinaram uma petição. “Hoje assinamos um abaixo-assinado la no terminal Morenão, para mandar pra imprensa, tinha bastante assinatura, eu mesma assinei”, falou a profissional que trabalha com serviço geral.

Segundo Lucinéia, apesar de ter o vale-transporte, o reajuste pode afetar a locomoção diária. “As vezes eu também preciso sair e não tenho carro e o dia que preciso fazer minhas coisas eu tenho que pagar õnibus”, relatou.

A liminar do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) que suspendia o aumento caiu após reunião com o Consórcio Guaicurus na manhã de ontem na capital.

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