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Com lockdown descartado, Abrasel quer restaurantes como atividade essencial

Bares terão que restringir viés de diversão, diz o presidente da associação, Juliano Battistel

14 julho 2020 - 15h52Joilson Francelino

O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Mato Grosso do Sul - Abrasel-MS, Juliano Battistel Kamm Wertheimer, disse nesta terça-feira (14), que o setor de bares e restaurantes continuará em negociação com a prefeitura, mesmo após o prefeito Marquinhos Trad se posicionar sobre o lockdown.

Marquinhos garantiu, hoje, que não fechará o comércio de Campo Grande, o que aliviou o setor que vinha manifestando preocupação, porém, a extensão do toque de recolher, que passou a valer a partir das 20h, ainda prejudica a atividade de restaurantes. Em entrevista ao JD1 Notícias, Juliano afirmou que a tratativa, a partir de agora, será para incluir o setor como atividade essencial.

“Agora o trabalho é a gente conseguir voltar com a atividade dos restaurantes até às 22h, pois é impossível vender com o novo toque de recolher. A pessoa nem saiu de casa ainda e o restaurante já fechou. Então, os restaurantes com atividades estritamente noturnas como pizzaria, shushi e casas de massas, tiveram o faturamento praticamente zero. Por isso esperamos que haja um entendimento por parte da prefeitura, primeiramente de que nossa atividade é essencial, e segundo que tenha um horário, pelo menos até às 22 horas, para que essas casas se sustentem e continuem mantendo os empregos”, disse.

Entrará na tratativa com a prefeitura, também, a liberação do delivery todo o período dia e noite, o take-away, quando o cliente pode ir ao estabelecimento e pegar o seu produto para ser consumido em outro local, assim como um drive-tru. “Mesmo que tenha uma restrição mais severa, não dá para deixar essas atividades de fora”, reforçou o presidente da Abrasel-MS.

Bares

Para Juliano, os bares terão que sofrer algumas restrições de entretenimento e ocupação e seguir a mesma modalidade de funcionamento dos restaurantes, para poderem continuar operando. “Temos visto aglomeração em alguns poucos bares, porque, ali falta a regulamentação para que as pessoas fiquem sentadas. Tem de manter as pessoas sentadas”, afirmou.

“Os bares, em nossa opinião, devem seguir as mesmas normas de restaurantes. Todos sentados, dentro da capacidade de 40% e trabalhando de maneira que os clientes tenham um consumo mais rápido. Bares terão que restringir um pouco esse viés de entretenimento e diversão, focando mais no cardápio, porções para a pessoa consumir e não ficar com uma permanência tão longa, expondo-se ao risco. Quanto mais tempo permanece, maior é a chance de contágio”, considerou.

Senar - agosto2020

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