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Moradora diz que o CMO virou "micareta"

"A gente tem que pedir licença para poder andar na calçada"

08 novembro 2022 - 15h02Pedro Molina     atualizado em 08/11/2022 às 15h10

Mesmo após a determinação do STF (Supremo Tribunal Federal) em identificar os veículos que estão parados de forma irregular em frente ao Comando Militar do Oeste (CMO), moradores contaram que situação está complicada, com congestionamentos diários e calçadas quase que inacessíveis para quem mora próximo a base militar.

Desde o dia 31 de outubro, menos de 24 horas após a divulgação do resultado das eleições, que mostrou Bolsonaro derrotado por Lula no pleito deste ano, centenas de campo-grandenses apoiadores do atual presidente se reuniram em frente ao CMO para contestar o resultado das eleições e pedir intervenção federal dos militares.

Uma moradora da região, que preferiu não se identificar, conversou com o JD1 Notícias e afirmou que a vida na região piorou muito com os protestos, e até mesmo disse que a região está “parecendo a Cracolândia”.

“A gente sai de casa tendo que pedir licença pra eles saírem da calçada, amanhecem como se estivesse em uma micareta, estilo aquelas de Aquidauana, tocam berrante, tocam a buzina dos carros e dos caminhões. Aqui tá parecendo a Cracolândia, se a gente entrar em casa e olhar muito para eles, já perguntam o que nós estamos olhando, mandam a gente ‘fazer o L’”, explicou.

A moradora ainda comenta sobre a situação das ruas e destaca o perigo que as crianças estão passando e que não podem mais sair de casa para brincarem devidos aos carros, que também causam congestionamentos diários nas ruas.

“As crianças não têm mais liberdade de brincar na calçada porque os carros estão por toda parte, e para ir padaria, açougue, só a pé, porque ir de carro é só para passar raiva, a gente tem que dar a volta na quadra para desviar, se não ficamos presos lá”.

Moradora da região há 30 anos, ela disse que nunca houve algo do tipo no bairro, e pede para que as autoridades tomem as medidas necessárias para que a vida de quem vive próximo da base militar possa voltar ao normal. "Nunca houve isso, sempre foi um bairro tranquilo".

Confira o vídeo do engarrafamento enviado pela moradora:

 

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