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Vendedora pede ajuda para encontrar mesa furtada no Tijuca

Elisângela relata ter mesa de trabalho furtada após sair para buscar salgados

22 janeiro 2021 - 16h52Matheus Rondon

Elisângela Vareiro da Costa, de 38 anos, moradora do Tijuca 1, relata que teve o material de trabalho furtado na manhã da quinta-feira (21), segundo ela, como em todas manhãs, estava se organizando para vender salgados e café. Em determinado momento após montar a mesa, precisou ir a até a residência para buscar a caixa térmica com os salgados. Quando voltou, para sua surpresa, a mesa de trabalho e cadeira haviam sidos levados.

Elisângela contou ao JD1 Notícias, que trabalhava em uma padaria e um dia a filha mais velha dela disse que não poderia ficar naquele momento cuidado do filho de seis anos. “Eu pedi pra zeladora do condomínio olhar ele pra mim. Alguém ligou pro conselho tutelar e eu quase perdi a guarda dele. Por conta do ocorrido precisei sair mais cedo e meu patrão começou a me destratar por esse motivo.”, relatou.

Depois do ocorrido, veio então a ideia de empreender, mesmo sem condições financeiras, ela decidiu tentar e de começo, pegou emprestada uma garrafa térmica e começou a vender salgados.

“Nós últimos dias estava bem difícil ficar na rua por causa da chuva, e na quarta-feira (20) ganhei uma barraca pra trabalhar durante a chuva”, disse.

Mas na quinta-feira aconteceu um imprevisto, durante a montagem da mesa para a venda de café e salgados que acontece a uma quadra de onde mora, se deparou com a falta dos objetos de trabalho. “Levei a cadeira e a mesa, pro local onde vendo, uma quadra da minha casa e fui buscar o restante das coisas, as caixas térmicas. Quando voltei já não estava mais.”, disse.

De acordo com , moradores da vizinhança a ajudavam, guardando mesa e cadeira de um dia para outro, devido ao peso para levar tudo para casa novamente pela noite. Ela chegou a perguntar para os vizinhos, mas ninguém soube responder sobre o sumiço. “Procurei pela vizinhança, pois eles sempre guardavam pra mim de um dia para o outro. Ninguém sabe ninguém viu. Postei nos grupos, pois imagino que alguém pode ter levado por achar que estava pra jogar fora.” Relatou.

Quem tiver informações sobre o material de trabalho ou puder ajudar de alguma maneira Elisângela, pode entrar em contato pelo número 9991-5267.

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