Depois de finalizar as obras do Reviva Campo Grande, a prefeitura planeja revitalizar a Esplanada Ferroviária, a Rotunda, a Rodoviária antiga, o Mercadão e o Belas Artes.
As obras vão renovar a parte mais antiga da cidade, dando cara nova à região e ofertando diversos serviços à população.
Para a Esplanada Ferroviária e a Rotunda, a prefeitura está fazendo uma pesquisa conjunta com o TransLAB.URB, envolvendo ativamente representantes da sociedade civil, universidades, iniciativa privada e administração pública, para captar informações da visão de cada um deles.
A ideia é que a partir das experiências entre todos seja desenvolvido um relatório com o que a população espera para a área e, somente a partir daí, desenvolver um projeto de engenharia e arquitetura que atenda às necessidades de todos.
“Esta é uma nova metodologia, chama urbanismo trático, em que se testa antes definir o projeto que será executado. É uma forma mais democrática. Esta consultoria permitirá saber, das pessoas, quais os melhores usos dessa área”, explica a coordenadora do Reviva Campo Grande, Catiana Sabadin.
Já para requalificar a antiga Rodoviária Central, a prefeitura já está qualificada para tentar um recurso do Ministério do Desenvolvimento Regional, chamado Pró-Cidades.
Os projetos de engenharia já estão sendo trabalhados e toda a parte pública, que abrange 5.700 m², parte de baixo e a de cima, onde se vendia as passagens, será requalificada para atender a população.
“A Ideia é levar secretarias que prestam serviços para a população, como atendimento de IPTU, Cadastro Único, Passe do Estudante... Vários serviços que venham movimentar o próprio centro comercial”, explica Catiana.
O recurso para requalificar parte do Belas Artes já está garantido. Assim como na rodoviária, uma das ideias é levar secretarias para o local ou, ainda, promover parcerias público-privadas para criar, por exemplo, um centro de exposições ou de eventos.
“Já tivemos empresários querendo conversar. Ali é um empreendimento muito bom, pois já tem toda a infraestruturanecessária, o estacionamento já está viabilizado, todos os acessos e, além disso, é um prédio muito fácil de fazer adaptações”, pondera Sabadin.
Para finalizar, existe ainda a ideia de fazer uma Praça de Alimentação no Mercadão, dando mais qualidade e conforto às pessoas que frequentam o local.
Catiana explica que por o Mercadão ser um prédio tombado, serão criadas algumas alternativas para atender aos pedidos dos empresários locais e, ao mesmo tempo, respeitar a legislação.
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As obras vão renovar a parte mais antiga da cidade, dando cara nova à região e ofertando diversos serviços à população (Reprodução/Internet)



