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COLUNA

Esplanada

Leandro Mazzini

Via engarrafada

13 abril 2022 - 07h45

A pouco mais de um mês da definição do nome que irá encabeçar a chapa presidencial, partidos que integram a chamada terceira via – PSDB, União Brasil, MDB e Cidadania - entraram em rota de colisão. Recentes declarações do ex-governador João Doria, suscitando que ele será o candidato, desagradaram caciques das outras legendas, em especial Simone Tebet (MDB-MS) que não abre mão de liderar o grupo na disputa ao Palácio do Planalto.

Bivar

Diante da disputa no PSDB – entre Doria e Eduardo Leite – e da falta de apoio a Tebet por parte do MDB, Luciano Bivar (União Brasil) pretende encabeçar a chapa.

Pesquisas

Além de engarrafada, a terceira via segue inexpressiva nas pesquisas. Doria e Tebet, conforme dados da sondagem XP/Ipespe, têm 6% e 2% das intenções de votos, respectivamente.

Prole

O futuro político de filhos é o principal elo do apoio de caciques do MDB a Lula. Renan aposta na força do petista em Alagoas para emplacar Renan Filho no Senado. E José Sarney quer a filha, Roseana, na Câmara.  

Pastore$  

O escândalo da intermediação na destinação de verbas do Ministério da Educação por pastores terá novos capítulos nas próximas semanas. É que, embora recentes, as investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal já avançaram e devem entrar em fase de diligências.

Cerco

O inquérito da Polícia Federal e a apuração do MPF miram os pastores Gilmar Santos, presidente da Convenção Nacional de Igrejas e Ministros das Assembleias de Deus no Brasil, e Arilton Moura, assessor de Assuntos Políticos da mesma entidade. Prefeitos beneficiados pelas emendas também são alvos das investigações.

Paulo Gustavo  

Relator da Lei Paulo Gustavo, o senador Alexandre Silveira (PSD-MG) afirma à Coluna  que o veto do presidente Jair Bolsonaro será derrubado: “Minha expectativa é positiva. Vamos derrubar”. O projeto, vetado na última semana, previa a destinação de R$ 3,86 bilhões para fomento de atividades e produtos culturais.

Desinformação

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Edson Fachin, assinaram termo de cooperação para o enfrentamento da desinformação nas eleições. No documento, as instituições se comprometem a adotar medidas para desestimular e denunciar condutas ilegais em campanhas.

Cortina de fumaça

A Fiocruz lançou uma campanha para alertar a população sobre os riscos para a saúde provocados pelo uso dos cigarros eletrônicos. A indústria do tabaco está jogando pesado para liberar a venda desses equipamentos, alegando que fazem menos mal à saúde do que os cigarros tradicionais. Resolução da Anvisa de 2009 proíbe a comercialização, importação e propaganda dos vaper, pod e e-cigarrete, como também são conhecidos os cigarros eletrônicos.

Proibidos, mas nem tanto

Mesmo proibidos, estima-se que mais de 2 milhões de brasileiros fazem uso dos cigarros eletrônicos no Brasil. Estudos demonstram que estes equipamentos expõem o organismo a uma variedade de elementos químicos perigosos: nanopartículas de metal, propilenoglico, formaldeído e nicotina. Sem falar nos riscos de explosão dos aparelhos.

Desmonte

Estudo do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC), intitulado “A Conta do Desmonte”, mostra que, na comparação entre os anos de 2020 e 2021, a saúde perdeu R$ 10 bilhões em investimentos e os recursos para o enfrentamento da Covid-19 caíram 79%. A assistência para crianças e adolescentes perdeu R$ 149 milhões entre 2019 e 2021. 

Azulzinho

O deputado Elias Vaz (PSB-GO) tem se notabilizado por descobrir situações vexatórias para as Forças Armadas. Rastreando o Portal da Transparência, o parlamentar agora descobriu a compra de 35 mil comprimidos de Viagra para atender a caserna. Além do “azulzinho”, ele já havia revelado a aquisição de 80 mil cervejas e mais de 1 milhão de quilos de picanha, filé e salmão.

E-commerce

Segundo pesquisa da Webshoppers, o e-commerce brasileiro cresceu 27% apenas no primeiro semestre de 2021, totalizando R$ 182,7 bilhões em vendas. A quantidade de consumidores online aumentou de 79,7 milhões para 87,7 milhões em comparação com o ano anterior, um salto de 8 milhões.

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