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COLUNA

Mondovino

Donizetti Vicentin

“Tim-tim”

05 outubro 2018 - 15h23

Afinal porque brindamos? Não existe uma resposta definitiva a essa pergunta, várias versões existem para essa questão.

Muitos dizem que por primeiro pagamos a taça ( tato ) olharmos o vinho (visão), depois, cheiramos o vinho (olfato) e finalmente bebermos (paladar), brindando para a audição não ficar de fora, então usaríamos todos os  sentidos para apreciar um bom vinho.

Outra corrente diz que os brindes começaram a ser feitos para mostrar pureza do cristal das taças, significando a riqueza do anfitrião, pois quanto mais puro ( e caro ) o cristal mais alto é o som que sai das taças se encontrando, uma outra versão ainda diz que o som do brinde ajuda a espantar os espíritos ruins, claro que também existe a versão de que o brinde pertence a corte francesa em que o rei erguia a taça em honra algum convidado e todos  que estavam à mesa o acompanhavam ocasionalmente uma taça chegava encontrar a outra fazendo um som agradável então o rei da França instituiu que sempre que ele ergue-se a taça em homenagem alguém os outros comensais deveriam tocar as taças uns dos outros em homenagem aquela pessoa e fazer aquele som agradável, os ingleses faziam o que se chama de" toast", tinham o hábito do colocar uma torrada (toast) no cálice e ao brindar a saúde de alguém , tinha-se que tomar todo o vinho e comer a torrada.

Já os povos mais antigos faziam o brinde como uma forma de oferenda aos seus deuses. Os romanos acreditavam que batendo as taças, o veneno (caso houvesse algum desafeto querendo mata -lo) se depositária no fundo das taças, bem... como eu disse anteriormente não se sabe exatamente quando isso começou mas se tornou uma tradição e um costume ocidental também incorporado na cultura oriental,nórdica, árabe,judaica entre outras de qualquer forma.

Aproveite esse para exercer a sua cidadania voltando com consciência e boa sorte aos eleitos um grande brinde a democracia.

BONS VINHOS A TODOS 

"Champanhe na vitória o merecemos na derrota precisamos dele". (Napoleão Bonaparte).

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