Campo Grande registrou em novembro a terceira maior queda de preços – deflação, entre as capitais brasileiras. Segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta sexta (7), o percentual ficou em -0,31%, o mesmo registrado em Aracaju (SE) e Salvador (BA).
Registram retrações ainda maiores de preços somente Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, com -,042% e Brasília, no Distrito Federal, com -0,43%. O índice nacional ficou em -0,21%.
Segundo o IBGE, a deflação em Campo Grande foi causado por reduções de preços em três grupos de produtos: habitação, com -1,23%, saúde e cuidados pessoais, com -1,01% e transportes, com -0,44%.
Na habitação, a redução mais expressiva foi no valor da energia elétrica residencial, -4,72%. Conforme o IBGE, a queda foi motivada pela mudança na bandeira tarifária. Em novembro, passou a vigorar a bandeira amarela, com a cobrança adicional de R$ 0,01 para cada kwh consumido. Em outubro, a cobrança adicional era de R$ 0,05 por kwh consumido.
Já no grupo saúde e cuidados pessoais ocorreram quedas de preços em vários cosméticos. Os produtos para a pele, por exemplo, contabilizaram -11,64% de retração enquanto que os artigos de maquiagem sofreram redução -11,59%.
Por sua vez, o segmento de transportes foi impactado positivamente por uma redução no preço das passagens aéreas, -6,46%. Outra variação negativa de valores foi da gasolina, -1,48%.
Os outros seis grupos de produtos que o IBGE acompanha para calcular a inflação tiveram altas de preços em novembro na capital sul-mato-grossense. Artigos de residência, 0,36%; Despesas Pessoais, 0,23%; Alimentação e Bebidas, 0,18%; Educação 0,08%; Vestuário, 0,06% e Comunicação, 0,03%.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Justiça converte para domiciliar prisão de suspeito por fraude no INSS

Faturamento da indústria sobe, mas emprego cai pelo terceiro mês

Instabilidade no Pix causa falhas em transferências e pagamentos

Caixa inicia pagamento do Bolsa Família do mês de janeiro

Receita Federal lança manual para ajudar empresas a se adaptarem à reforma tributária

Lula e Ursula destacam que acordo Mercosul-UE beneficiará a todos

Energisa dá dicas de como evitar encarecer conta de luz nas férias

Lula diz que salário mínimo é baixo, mas aponta importância de direito

Produção de veículos cresce 3,5% em 2025


Na habitação, um dos grupos aferidos, a redução mais expressiva foi no valor da energia elétrica residencial (Reprodução/Internet)



