As vendas no mês de dezembro de 2016 foram as melhores dos últimos quatro anos, é o que aponta o levantamento realizado pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), por meio da pesquisa Movimento do Comércio Varejista (MCV). A melhora no comercio é vista como reflexo da estabilidade econômica do Estado.
Mato Grosso do Sul foi um dos sete estados que conseguiu atravessar o ano com todos os pagamentos em dia. O equilíbrio fiscal possibilitou investimentos em áreas importantes e a concessão de incentivos fiscais para industrias e comércio. Aliado a isso, em dezembro o Estado injetou quase R$ 1 bilhão na economia, com as folhas de pagamento de novembro, dezembro e o 13º salário.
“Valorizamos a atitude do governo do Estado na indução do desenvolvimento. A injeção de R$ 1 bilhão em salário no fim do ano foi importante para o bom movimento e vendas deste fim de ano. Os servidores são um público consumidor importante e representam uma contribuição expressiva na movimentação do comércio da cidade. Essa injeção de dinheiro na economia local deixa o comércio animado e otimista, pois impulsiona diversos segmentos”, afirma o presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), João Carlos Polidoro.
O Estado lidera o ranking nacional de geração positiva de emprego e consequentemente reaquece a economia com aumento das vendas. O governador Reinaldo Azambuja reforça a política de indução ao desenvolvimento no Estado e, apesar da apertada margem tributária e oferta de crédito, vem adotando políticas para estimular a cadeia produtiva em todos os segmentos.
“Entre as medidas que estão auxiliando o comércio no crescimento da economia está a ampliação do teto do Simples. As pequenas e microempresas respondem por 90% da oferta de empregos em MS. O Estado aposta nesse círculo virtuoso da economia. O incentivo fiscal, a infraestrutura energética, os recursos hídricos, logística de transportes e equilíbrio das contas públicas dão condições para o crescimento da economia. É preciso entender que a remuneração da produção reflete no aumento dos postos de trabalho e na geração de tributos. Esse conjunto de fatores é que forma a engrenagem que faz girar o motor da economia”, explica Reinaldo.
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