Para os remédios de baixa concorrência, que somam mais de 40% no mercado, o reajuste máximo autorizado é 1,02%. Medicamentos de alta concorrência poderão ser reajustados em até 5,68%, mesmo percentual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dos últimos 12 meses.
De acordo com o Ministério da Saúde, a partir do dia 31 de março, as indústrias farmacêuticas e distribuidoras já podem adotar os novos preços, desde que realizem a entrega do Relatório de Comercialização Obrigatório.
Ainda segundo a pasta, a regulação é válida para mais de 9 mil medicamentos, sendo que mais de 40% deles estão na categoria nível três - de menor concorrência, cujas fábricas só poderão ajustar o preço teto em 1,02%.
“O ajuste autorizado pode alterar o preço máximo de fábrica, porém não impacta diretamente no valor pago pelo consumidor, uma vez que muitas empresas adotam descontos na comercialização dos produtos”, informou o ministério.
A Cmed fixa o valor do reajuste anualmente, com base em critérios técnicos definidos na Lei 10.742 de 2003. São considerados no cálculo a inflação do período (de março de 2013 até fevereiro de 2014), produtividade da indústria, variação de custos dos insumos e concorrência dentro do setor.Reportar Erro
Deixe seu Comentário
Leia Também

Economia
Endividamento das famílias deve seguir alto no primeiro semestre de 2026

Economia
Dieese aponta que 10 milhões de trabalhadores ficam isentos do Imposto de Renda

Economia
Fim da jornada 6×1 preocupa comércio e serviços em Mato Grosso do Sul

Economia
Saiba como consultar se tem direito ao abono salarial PIS/Pasep 2026

Economia
Simulador de aposentadoria do INSS é reativado

Economia
Consulta ao Abono Salarial estará disponível a partir desta quinta-feira

Economia
Inmetro e ANP combatem fraudes em postos de combustíveis

Economia
Em lançamento de programa tributário, Fiems destaca relação entre Estado e contribuintes

Economia
Câmara aprova MP do programa Gás do Povo

Economia
(Foto: reprodução) 



