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Economia

Lojas lançam campanha "Parcelo Sim!", contra fim de compras parceladas sem juros

Ação ocorre após falas do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, no início do mês

21 novembro 2023 - 15h51Pedro Molina     atualizado em 22/11/2023 às 07h19

Após fala do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, no início do mês, onde ele defendia que compras parceladas sem juros no cartão de crédito fossem limitadas a 12 prestações, entidades que representação o varejo nacional lançou a campanha “Parcelo Sim!”.

A ação, idealizada por um movimento apartidário, tem como objetivo defender o parcelamento sem juros para compras realizadas através do cartão de crédito.

Segundo dados das associações que fazem parte da campanha, cerca de 75% da população e 90% dos varejistas fazem uso dessa modalidade, e caso haja taxação, cerca de 42% dos brasileiros vão acabar reduzindo seus gastos pela metade.

“O Parcelado Sem Juros (PSJ) do cartão de crédito é uma das mais importantes ferramentas de concessão de crédito do Brasil. Ele ajuda 200 milhões de brasileiros todos os dias: quem precisa trocar o smartphone por um modelo novo para trabalhar, quem precisa comprar móveis e eletrodomésticos novos depois de um imprevisto, quem tem o sonho de dar uma TV nova para a família. Mas não é só isso. Muita gente usa o Parcelado Sem Juros para comprar remédios, uma necessidade que não pode ser adiada. Tem gente que parcela a compra do mercado para levar comida para casa. O PSJ é uma conquista dos brasileiros e faz parte do nosso dia a dia”, diz trecho da campanha.

Segundo representantes do setor bancário, a atual modalidade de parcelamento é responsável pela alta taxa de juros do cartão de crédito, e é necessário que exista uma diferenciação de acordo com o produto.

“Se o cliente paga em 10 vezes, a taxa é maior. Quando ele paga em seis vezes, o juros é menor, algo semelhante a uma “escadinha”, explicaram.

As discussões ocorrem em meio ao debate sobre à provável extinção do crédito rotativo do cartão, que é acionado toda vez que o consumidor paga parte da fatura até a data do vencimento. Ele é visto como um dos principais fatores para as altas taxas de juros.

Apesar disso, representantes do governo não acreditam que o fim do rotativo diminuiria a taxa de juros.

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