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Paraguai conclui sacrifício de gado com febre aftosa

26 setembro 2011 - 15h34Divulgação

Ao menos mil cabeças de gado foram sacrificadas em uma fazenda do departamento de San Pedro, 400 km a nordeste de Assunção, no Paraguai, para combater o foco de febre aftosa que atinge o Paraguai, informaram neste domingo (25) as autoridades sanitárias.

Após o sacrifício, iniciado na sexta-feira na fazenda Santa Helena, os animais foram enterrados em três gigantescas valas abertas por escavadeiras do ministério de Obras Públicas, em um processo monitorado por especialistas estrangeiros.

O Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa) decretou uma zona de controle de 15 km de raio em torno da fazenda Santa Helena, que pertence a Silfrido Baumgarten, titular regional da Associação Rural do Paraguai.

O foco de aftosa foi descoberto em 18 de setembro passado, provocando a imediata suspensão das exportações de carne paraguaia.

A carne bovina é o terceiro principal produto de exportação do Paraguai, depois dos cereais e oleaginosas. Segundo estatísticas da Associação Rural do Paraguai, a carne bovina do país chega a 64 países e gera em condições normais uma receita mensal de US$ 75 milhões.

A febre aftosa é uma doença contagiosa que afeta bovinos, ovinos, suínos, e caprinos e outros ruminantes com patas, e quase nunca é transmitida ao homem, embora alguns casos tenham sido registrados no passado.

Pesquisa epidemiológica

"Iniciamos agora uma etapa de pesquisa epidemiológica para determinar se não houve outros animais que estiveram em contato com o vírus", detalhou à Agência Efe o presidente interino do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa), Carlos Simón.

O funcionário explicou que agora elaborarão o segundo relatório semanal sobre os procedimentos realizados para remetê-lo à Organização Mundial da Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês) e aos mercados internacionais.

"Uma vez que esteja contido o foco, já há condições para encaminhar os trâmites" para solicitar a recuperação do status de país livre de febre aftosa com vacinação, destacou o presidente interino do Senacsa.

Fonte: G1

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