Menu
Busca sexta, 15 de janeiro de 2021
(67) 99647-9098
Governo Futebol
Economia

Setor têxtil espera que Dilma equilibre produção

04 dezembro 2011 - 05h30Divulgação

O presidente da Fiems, Sérgio Longen, afirma que o governo federal deve adotar medidas para estimular a competitividade do setor do vestuário e têxtil. "Trata-se de um dos segmentos mais afetados pela concorrência dos importados da China e o Ministério da Fazenda precisa intervir para evitar a quebra das indústrias brasileiras", pontua.

As indústrias do vestuário e têxtil de Mato Grosso do Sul esperam que a União adote o quanto antes medidas para equilibrar a produção, conforme foi anunciado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao admitir que o segmento vive um momento de "sinal vermelho" aceso, mas que a presidente Dilma Rousseff está disposta a implementar medidas para reverter esse cenário.

Na avaliação do presidente do Sindivest/MS (Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul), José Francisco Veloso Ribeiro, a demonstração de interesse da União em buscar soluções para aliviar o setor deixa os empresários mais otimistas.

"A Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), por meio do presidente Aguinaldo Diniz Filho, tem articulado várias questões de interesse da indústria de confecção e têxtil, na tentativa de reverter pontos que prejudicam a indústria nacional. Uma das questões que afeta o segmento é o grande número de importação de peças prontas e de matéria-prima. Essa concorrência é muito prejudicial ao setor. Só para ter uma idéia, de janeiro a outubro, as importações cresceram 38%. É preciso que algo seja feito para equilibrar a produção nacional", disse Francisco Veloso.

ICMS

Enquanto o Governo Federal demonstra interesse em buscar melhorias para impulsionar o segmento, no âmbito estadual medidas como a redução do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) dão fôlego às indústrias.

No estado os empresários do setor, por meio do Sindivest/MS reivindicam o retorno da alíquota zero de ICMS até 2015 para as empresas, já que a alíquota atual é de 0,6% (desconto de 95%) e subindo para 1,2% (desconto de 90%) a partir de 2015, conforme Decreto n° 12.774 - o mesmo que mantinha a tarifa em zero até 2010.

Deixe seu Comentário

Leia Também

Economia
Depois de 17 anos, Paulo Ponzini volta à Presidência do Corecon-MS
Economia
Número de pessoas inadimplentes cai no fim de 2020
Economia
A partir desta quinta, gás de cozinha vai ficar 6% mais caro
Economia
Nascidos em março podem sacar auxílio nesta segunda
Economia
Após movimentar bilhões, especialistas apontam Pix como "principal revolução financeira"
Economia
Prazo para pedir saque do FGTS emergencial acaba hoje
Economia
Em 2021, idade para se aposentar vai aumentar; confira as novas regras
Economia
Bolsonaro anuncia aumento do salário mínimo para R$ 1.100
Economia
Empresas devem encerrar os acordos feitos com os funcionários até quinta
Economia
Caixa libera parcela do auxílio emergencial para nascidos em novembro

Mais Lidas

Polícia
Jacaré é capturado dando 'rolê' em cidade de MS
Internacional
Estados Unidos inicia vacinação contra a Covid-19 em Nova York
Polícia
Morador de rua tenta matar desafeto a pauladas no interior do Estado
Polícia
Briga por capacete acaba em tentativa de homicídio