A rematrícula da Rede Municipal de Ensino (Reme) de Campo Grande, para o ano letivo de 2024, irá começar depois de amanhã, dia 16 de novembro. As aulas começam no dia 15 de fevereiro e terá 200 dias letivos divididos em quatro bimestres. Para o ano que vem, a rede terá ainda a ampliação de 5 mil novas vagas para EMEIs.
Os pais terão até o dia 18 de dezembro, para comparecer nas escolas onde os alunos já estão matriculados para fazer a assinatura do requerimento, que garantirá a permanência da criança na unidade escolar.
Durante o lançamento da rematrícula da REME, a prefeita Adriane Lopes destacou a necessidade de melhorar o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) da Capital. “Quando as secretarias trabalham integradas o resultado e muito positivo. Gostaria de ressaltar que a educação e prioridade na nossa gestão. Estamos trabalhando para fazer que a nossa rede, seja referência para o Brasil".
A prefeita comentou ainda sobre a renovação da frota de veículo da Semed, feita em 2023, junto com a troca de equipamentos, mesas e cadeiras das salas de aula.
Matrículas – Para os alunos novos da educação infantil (EMEIs) ou para o ensino fundamental ou EJA, é necessário realizar um cadastro pelo site matricula.campogrande.ms.gov.br. Depois disso, será feita a designação.
EMEIs – serão disponibilizadas duas listagens, sendo:
- 1° listagem: divulgação dia 1° de dezembro de 2023
- - Efetivação: de 1° a 16 de dezembro de 2023
- 2° listagem: divulgação dia 11 de janeiro de 2024
- - Efetivação: de 11 a 17 de janeiro de 2024
Ensino fundamental ou EJA – A designação acontece durante todo ano letivo por até dois dias, mas a primeira lista será divulgada no dia 11 de janeiro de 2024. Para fazer a efetivação do aluno, os pais precisam comparecer as escolas municipais indicadas em até dois dias uteis a contar da data de designação.
O secretário municipal de educação, Lucas Bitencourt, pontuou o trabalho da REME para tentar atender a demanda de novos alunos, que cresce todos os anos em Campo Grande. “Uma escola não é uma escola sem alunos. Esse é o maior momento da REME e a Capital passou a ter uma série de desafios. Temos anualmente 13 mil crianças nascendo, não podemos esquecer ainda a migração entre as escolas municipais. Por isso temos trabalhado incansavelmente”, disse.
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