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Andrés ensaia reaproximação no Corinthians para ser 'bombeiro' na crise

05 fevereiro 2014 - 11h03Via Terra
Fragilizado pelas saídas de Roberto de Andrade (ex-diretor) e Duílio Monteiro Alves (ex-diretor adjunto), o departamento de futebol do Corinthians terá uma espécie de reforço para tentar remediar a crise instalada neste início de temporada. Em reunião realizada nessa terça-feira, ficou definido que o ex-presidente Andrés Sanchez se reaproximará da diretoria para ajudar em questões pontuais e tentará esfriar os ânimos.

Indicado pelo presidente Mário Gobbi para a direção de futebol, Ronaldo Ximenes é considerado inexperiente para a função e hoje divide o comando do departamento com Edu Gaspar, gerente remunerado. Assim, com o aval de Gobbi e do treinador Mano Menezes, Andrés combinou que participará mais ativamente.

Uma prioridade bastante provável para o ex-presidente nessa reaproximação deve ser o relacionamento com torcedores organizados. Em sua entrevista na segunda-feira, o presidente Mário Gobbi mostrou pouca disposição para um rompimento. Apenas declarou que o diálogo com as organizadas tinha sido interrompido e que consultaria o departamento jurídico para então estudar a possibilidade de vetar o uso do distintivo do Corinthians às facções.  

Ao longo de sua administração, Andrés Sanchez ficou marcado entre outros motivos pela facilidade em lidar com as organizadas. Mesmo em momentos difíceis, como a eliminação para o Flamengo na Copa Libertadores 2010, ou a demissão de Adílson Batista em meio ao Brasileiro de 2011, Andrés saciou a sede dos torcedores ao dar ouvidos, mas estancou as crises.

Outro ponto em que Andrés deve agir é junto aos jogadores. Respeitado pelo elenco, ele pode elevar as cobranças internas por melhor desempenho sem prejudicar o ambiente. Mesmo na Seleção Brasileira, quando diretor de seleções durante o trabalho de Mano Menezes, ele realizou papel semelhante.

A reaproximação ao Corinthians é um objetivo do próprio Andrés Sanchez em tentar reforçar o status de intocável a menos de um ano das eleições presidenciais. A aceitação interna por seu nome é mostra de que a difícil relação com o presidente Gobbi passou por uma trégua, o que havia sido ensaiado no último encontro do grupo político Renovação e Transparência, ao qual pertencem.

No auge da crise de relacionamento entre sucessor e antecessor, conforme publicado pelo site Terra, a atual diretoria do Corinthians creditou a Andrés Sanchez o vazamento à imprensa de pagamentos atrasados do clube.

Paralelo ao momento político do clube, Andrés articula junto a Francisco Noveletto, presidente da Federação Gaúcha, a chapa de oposição para as eleições da CBF em abril. Especialmente pela ligação forte com o Corinthians e sua rejeição, ficou definido que Andrés terá um papel secundário no processo e que Noveletto será o candidato.

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