A captação de novos talentos é sempre um desafio em qualquer esporte e o retrato acontece também no tênis de mesa. Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, a classificação para esse tipo de trabalho é considerado difícil, mesmo tendo apoio do município de Campo Grande e do Estado para as demais cidades.
Quem traz esse cenário é o presidente da Federação de Tênis de Mesa de Mato Grosso do Sul, Marcos Paulo Abdalla Tavares, que conversou com o JD1 Notícias em relação ao quanto o sucesso de Hugo Calderano e Bruna Takahashi aumentou a procura pelo esporte.
O presidente explica que os projetos buscam as crianças e até adolescentes com faixa etária até 14 anos para começar o desenvolvimento no tênis de mesa.
"É um trabalho difícil, é um trabalho muito, muito difícil mesmo. A captação das crianças com essa idade para que você dê um salto muito grande. Ela [atleta] não consegue fazer isso só com o cenário escolar, mas captação é feita através desses projetos", disse.
Os projetos citados por Marcos Paulo estão inseridos no DEAC (Divisão de Esporte, Arte e Cultura) da Semed (Secretaria Municipal de Educação) da Prefeitura de Campo Grande e também através do ProDesc, da Fundesporte (Fundação de Esporte de Mato Grosso do Sul).
No primeiro projeto, professores são contratados obtendo carga horária específica para lecionar aulas de tênis de mesa nas escolas. Atualmente, 35 escolas municipais possuem o treinamento do esporte.
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