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Esportes

Corrida “Ninguém Segura essa Mulher” acontece neste sábado

Com o objetivo de celebrar o Dia Internacional da Mulher, a concentração está marcada para as 16h30 no Parque das Nações Indígenas

13 março 2020 - 14h56Marya Eduarda Lobo, com informações da assessoria

Com o apoio do Governo do Estado, por meio da Fundação de Desporto e Lazer (Fundesporte), e organizado pela Associação de Praças da Polícia Militar e Bombeiros Militares de Mato Grosso do Sul (Aspra-MS), a quarta edição da Corrida e Caminhada “Ninguém Segura essa Mulher” acontecerá neste sábado (14), com o objetivo de celebrar o Dia Internacional da Mulher. A concentração está marcada para as 16h30, na Concha Acústica Helena Meireles, no Parque das Nações Indígenas, na capital.

Assim como em 2019, a tradicional corrida terá cinco quilômetros. Já o percurso da caminhada será surpresa. Conforme a organização será revelado no dia do evento e poderá variar de seis a 15 quilômetros. Nesta edição, haverá, mais uma vez, a inclusão de categorias específicas para pessoas com deficiência visual, físicas e participantes com Síndrome de Down, nas provas de dois quilômetros.

Segundo o presidente da Aspra-MS, Eduardo Ferreira, a prova objetiva incentivar as pessoas a cuidarem da saúde por meio da prática esportiva e promover a integração entre mulheres e homens ligados, direta ou indiretamente, à segurança pública do Estado com a sociedade civil.

O diretor de Eventos e Atividades Sociais da entidade, Claudio Benites, explica que o evento objetiva também valorizar artistas sul-mato-grossenses. “A cada edição nós realizamos uma homenagem a um artista daqui e utilizamos algumas de suas obras para estampar os kits destinados aos participantes do evento. Neste ano, é com muita honra que temos como parceiro o artista plástico Cleir Avila, que através do seu trabalho retrata os principais pontos turísticos do nosso Estado”, afirma.

Para o gerente da Unidade de Esporte de Participação e Lazer (Uepla) da Fundesporte, Rodrigo Barbosa de Miranda, a prova atende a um grande número de pessoas. “Com provas de rua como a 'Ninguém Segura essa Mulher', massificamos o esporte e ainda temos a capacidade de buscar talentos. O esporte de participação é o mais democrático de todos, por ser acessível a grupos sociais de todas as faixas etárias e classes, além da inclusão de pessoas com deficiência. Assim, estimula-se a prática de atividade física, focando na qualidade de vida e bem-estar”, diz.

Um dos focos de atuação da Uepla/Fundesporte é a assistência a demandas de esportes urbanos, como corridas de rua, passeios ciclísticos e caminhadas. Só no ano passado foram 21 corridas de rua atendidas, uma a cada 15 dias, em média, conforme o banco de dados da gerência.

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