“O cidadão brasileiro que se informar, terá uma outra postura”, disse um interlocutor da presidente Dilma Rousseff em condição de anonimato. Na avaliação do governo federal, é certo que manifestações ocorrerão, mas, a partir da campanha, a presidente espera diminuir o movimento e isolar apenas pessoas que são ideologicamente contrárias ao mundial no país.
A ofensiva do governo vai se concentrar nos números e vai tentar desvencilhar os investimentos da Copa dos gastos sociais, como a saúde. De acordo com o interlocutor, não é possível comprar ambos os gastos, porque o problema da saúde é crônico e de gestão. Os detalhes do projeto ainda são sigilosos.
No ano passado, uma onda de manifestações que varreram o país durante o mês de junho assustou a presidente Dilma Rousseff, que viu sua popularidade despencar. As manifestações arrefeceram, mas já neste mês 1,5 mil manifestantes foram às ruas em São Paulo em apoio ao movimento “Não vai ter Copa”.
Desta vez, o governo federal está mais atento a protestos uma vez que 2014 é um ano eleitoral.Reportar Erro
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Dilma Rousseff foi vítima de vaias na abertura da Copa das Confederações. (Foto: Ricardo Matsukawa/Terra) 


