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Esportes

Pênaltis e gols no fim: emoção dá o tom nas oitavas da Copa

30 junho 2014 - 10h25Via Terra
Os torcedores não podem reclamar da falta de emoção nas oitavas de final da Copa do Mundo. Após metade dos oito jogos realizados, a dramaticidade deu o tom dos confrontos: dos quatro duelos até aqui, três foram decididos ou com gols no fim ou apenas nos pênaltis. Sendo assim, o Mundial 2014 mantém a média de emoção das últimas Copas, tendo ainda mais quatro jogos a serem realizados nesta fase.

Ademais, outro fato curioso virou tendência nas oitavas de final da Copa: nenhuma seleção que terminou em segundo do seu grupo conseguiu, até aqui, avançar para as quartas de final. Três delas, entretanto, estiveram muito próximas do feito até se decepcionarem com a eliminação.

Quem chegou mais perto foi o México, que vencia o confronto contra a Holanda e se classificava até os 42min do segundo tempo. No entanto, a seleção laranja fez dois gols em cinco minutos nos instantes finais para avançar e manter a sina de eliminações nas oitavas de final da Copa para os mexicanos - foi a sexta queda consecutiva nesta fase.

Já outras duas equipes que terminaram em segundo a fase de grupos também tiveram nas mãos a chance de avançar. Chile e Grécia foram eliminados apenas na dramaticidade dos pênaltis, por Brasil e Costa Rica, respectivamente. Um fato ainda liga os dois excluídos: tiveram a chance de sair com a vitória na prorrogação, mas uma bola no travessão dos chilenos e uma grande defesa do goleiro costarriquenho impediram o triunfo.

Apenas um duelo não teve dramaticidade. Enfraquecido com a ausência do atacante Luis Suárez, punido pela Fifa por mordida no zagueiro italiano Chiellini, o Uruguai não foi páreo para a Colômbia, que, comandada pelo maestro James Rodríguez, fez 2 a 0 e sofreu poucos sustos para pegar o Brasil nas quartas de final.

Nas outras Copas com 32 times, ao menos três jogos tiveram emoção, seja com gols nos últimos minutos, seja com prorrogação ou pênaltis. A média, já igualada até aqui em 2014, pode ser ampliada nos próximos quatro jogos. Entretanto, com exceção do duelo Bélgica x Estados Unidos, os outros três têm favoritos claros - surpresas, contudo, não faltaram até aqui.

Para surpreender e avançar às quartas, as seleções que avançaram em segundo também precisam superar um tabu das últimas duas Copas. Em 2010, apenas um segundo colocado (Gana) esteve nas quartas. Já em 2006 foram apenas dois (Ucrânia e França). Na outra Copa do século atual, o número foi maior: metade dos segundos colocados se classificou na fase (Estados Unidos, Inglaterra, Senegal e Turquia). Em 1998, foram dois (Dinamarca e Croácia).
Girafa

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