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Esportes

Rebelo quer tranquilizar Fifa e acabar com 'indústria' de polêmicas

07 maio 2012 - 11h02Ulisses Neto / Especial para Terra

O ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, viaja nesta noite para Zurique, na Suíça, com a missão de acalmar a Fifa sobre o andamento dos preparativos para a Copa do Mundo de 2014. Na bagagem, leva detalhes das construções dos 12 estádios do País e das obras de mobilidade e estrutura requisitadas pela entidade.

"É uma reunião de trabalho. Vamos apresentar informação detalhada sobre a preparação da Copa, tanto dos estádios, quanto de outras obras de aeroportos, transporte e segurança. Acho que isso vai dar uma certa tranquilidade para a Fifa quanto às providências adotadas pelo Brasil", disse Rebelo nesta segunda-feira em Londres, capital do Reino Unido, onde visitou o Parque Olímpico da cidade e se encontrou com autoridades locais.

O ministro disse compreender as reiteradas cobranças feitas pela entidade máxima do futebol. Só no último mês, Joseph Blatter, presidente da federação internacional, declarou em duas ocasiões estar preocupado com a situação do Brasil faltando apenas dois anos para a Copa.

"Nós temos uma parte da responsabilidade (de organizar o Mundial), mas a Copa é da Fifa, eles ficam sempre sob tensão permanente. Mas, temos a obrigação de informar o que estamos fazendo e transmitir tranquilidade e segurança quanto ao êxito da realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil", ponderou.

Esse também será o primeiro encontro entre Aldo Rebelo e Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa, que sugeriu "dar um chute no traseiro" das autoridades brasileiras para que os preparativos do Mundial ganhem agilidade.

À época, o ministro dos Esportes teve reação ríspida aos comentários e chegou a declarar que o governo brasileiro não reconhecia mais Valcke como um interlocutor legítimo. A Fifa se desculpou com o Brasil, mas se recusou a retirar o francês das negociações. Agora, Rebelo reitera que o episódio está superado e tenta não polemizar mais sobre a reunião com a presença do secretário-geral.

"Esse encontro é um convite da Fifa e nós estamos atendendo a esse convite. Naturalmente, todos os funcionários da entidade estarão presentes", disse.

"Não podemos transformar incidentes na organização de eventos dessa natureza em uma indústria a ser alimentada a cada dia. Vamos agora olhar para frente. O que tinha que ser dito pelo governo brasileiro sobre aquele episódio (o chute no traseiro) já foi dito e agora cabe a nós preparar e organizar a Copa do Mundo", completou.

Via Terra

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