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Sem brilhar em 185min com Felipão, Lucas perde espaço para Bernard

05 setembro 2013 - 11h09Via Terra
Antes apontado como nome certo na Copa do Mundo de 2014 e símbolo da renovação ao lado de Neymar, Lucas ainda não engrenou na Seleção Brasileira e luta contra a perda de espaço com Luiz Felipe Scolari. Para não cair no ostracismo e manter-se entre as apostas do técnico, o meio-campista do PSG precisa mostrar trabalho e aproveitar as chances dadas pelo treinador. Contra a Austrália, no próximo sábado, em Brasília, ele deve começar no banco mesmo com a ausência de Hulk por lesão.

Ao todo, Lucas jogou 185 minutos em seis confrontos desde que Felipão estreou em fevereiro de 2013, contra a Inglaterra, mas nunca como titular. Coincidentemente o meio-campista completou naquela partida em Londres seu recorde de tempo em campo com o técnico: todo o segundo tempo. Desde então, o presença do meia caiu gradativamente até cair a zero nas três últimas partidas da Copa das Confederações.

Lucas voltou a ser utilizado por Felipão em 31 minutos do amistoso diante da Suíça em agosto, mas pouco fez. A perda de espaço do jogador é justificada pela falta de brilho durante as partidas em que teve oportunidade. Pela Seleção principal, o jogador tem como duelo mais lembrado a vitória diante da Argentina no Superclássico das América de 2011, em Belém. As duas seleções jogaram desfalcadas de quem atua no exterior, o que na época significava 90% do time principal argentino.

No primeiro treino treinamento realizado em Brasília na última quarta-feira, Felipão indicou que Lucas continuará no banco de reservas. Bernard começou a atividade como titular no lugar de Hulk, justamente na posição em que o ex-são-paulino se destacou, como atacante aberto pela direita. Quando fez novos testes, Alexandre Pato substituiu o ex-atleticano para formar a dupla de ataque com Jô.

A queda de Lucas coincide com a ascensão de Bernard. Surpresa da convocação para a Copa das Confederações, o meia ganhou elogios pela “alegria nas pernas”e recebeu uma chance contra a Itália. Agradou tanto que, quando o Brasil estava em dificuldades contra o Uruguai, Felipão recorreu ao caçula do time, utilizado também na decisão diante da Espanha.

A pressão em cima de Lucas é ainda maior por causa da concorrência na posição. Felipão já disse que vai observar William, contratado a peso de ouro pelo Chelsea, e Kaká tentará se reerguer no Milan a tempo de garantir sua vaga. Enquanto isso, Lucas vive um momento de adaptação ao novo técnico do PSG, Laurent Blanc.
Girafa

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