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Sem pressão, quarteto do Brasil mira 'final' do bobsled

17 fevereiro 2014 - 12h45Via Terra
O bobsled masculino do Brasil sabe que não brigará por medalhas na Olimpíada de Inverno de 2014, em Sochi (Rússia). Ainda assim, os objetivos foram traçados para a participação do quarteto: terminar as três primeiras baterias entre os 20 primeiros colocados para garantir presença na quarta bateria, considerada a final da modalidade.

”Nosso objetivo é tentar ficar entre os 20. Não temos essa pressão de querer ganhar medalha, então a gente é surpresa”, comentou Edson Bindilatti, piloto do trenó Brasil I. “Ninguém quer perder da gente, e a gente quer ganhar do máximo de times possível.”

A estreia do quarteto brasileiro acontece no sábado, dia 22, às 13h30 (horário de Brasília, 20h30 do horário local). Com a segunda bateria programada para acontecer 90 minutos depois, o time depende de duas boas descidas no Sanki Sliding Center, em Krasnaya Polyana, para entrar na briga pelas 20 vagas da quarta bateria, que acontece no dia seguinte.

Para isso, nem mesmo a possibilidade de um acidente – como aconteceu neste domingo com a dupla brasileira Fabiana dos Santos e Larissa Antunes – é um obstáculo. “A gente está aqui para dar 100% desde a primeira descida. Vamos dar o máximo para ficarmos bem colocados. Não tem esse negócio de segurar: a gente vai fazer o melhor para fazer as três descidas, para ficar entre os 20 e fazer a quarta descida”, prometeu Odirlei Pessoni, integrante do quarteto.

Bindilatti concorda e descarta apreensão após o acidente sofrido por Fabiana e Larissa nos treinos deste domingo. “A gente sabe que isso é uma Olimpíada, tem que dar o melhor. Não tem isso de segurar um pouco porque está meio apreensivo com essa determinada curva: a gente vai empurrar forte, elas vão empurrar forte, porque é uma Olimpíada”, prometeu.

Enquanto o Brasil não estreia com as mulheres (dia 18) e com os homens (dia 22), Bindilatti e Pessoni compareceram ao local das provas para acompanharem as primeiras baterias das duplas masculinas neste domingo. Apesar de acompanharem tudo das arquibancadas, o piloto admitiu que a prioridade é analisar o que os competidores fazem nas descidas.

“A gente quer sentir a pressão que vai ter no dia da competição: essa torcida comemorando, jogando a gente para cima, dosar a ansiedade, olhar esse push (empurrão que dá o impulso na largada) na parte inicial. A gente está bem preparado para isso e quer melhorar ainda mais nosso push. Na primeira descida, eu olho no push para ver os pilotos empurrando, depois vejo o que os pilotos fazem em cada curva para somar cada vez mais na hora da competição, para ficar boa a descida”, descreveu.

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