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Açougue que fazia linguiça com carne estragada é interditado pelo Procon

O proprietário do estabelecimento apresentou alvará da Vigilância Sanitária vencido

25 janeiro 2019 - 14h36Da redação com informações da assessoria

Fiscais da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon-MS) interditaram nesta sexta-feira (25), o açougue do Supermercado Gauchão, localizado no Jardim Itamaracá, onde foram encontradas inumeras irregularidades.

No local, os fiscais constataram a existência de  carnes e embutidos, como linguiças deterioradas e sem condições de consumo, armazenadas em câmaras frias juntamente com carnes recém chegada e que seria  exposta nos balcões para comercialização ao público. Em conversa com empregados do mercado as equipes tomaram conhecimento de que os produtos, mesmo apresentando aspecto insalubre [produto estragado que pode causar doença], não eram descartados seriam utilizados para a fabricação de linguiça.

Demonstrando total descaso com os riscos que o consumo poderia causar às pessoas, os responsáveis pelo supermercado, com pleno conhecimento da ausência de qualidade da carne, e como forma de evitar que o produto exalasse um cheiro muito forte, a armazenava em uma solução de água com vinagre para, posteriormente utilizá-la na fabricação de embutidos. Devido aos problemas houve necessidade de interdição do açougue.

Os peritos recolheram cerca de 20 quilos entre carne e linguiça para avaliação. Além disso, a Delegacia do Consumidor intimou o proprietário e um dos funcionários do supermercado a prestaram esclarecimentos a respeito das irregularidades.


Outras irregularidades

Não bastasse os problemas detectados com a carne, também foram encontradas irregularidades no setor de frios e congelados. Aroximadamente 125 quilos de pescado inteiros, das espécies pacu (28 quilos) e pintado (107 quilos) foram considerados impróprios para o consumo, uma vez que estavam armazenados de forma irregular juntamente com polpas de frutas e legumes congelados.

Além disso foram encontrados  produtos com data de fabricação vencidas, é o caso de iogurtes, flocos de milho e bolos, sem informações de procedência, nutricionais ou validade. Outros produtos como mini panetones, mousse e bolos considerados impróprios para o consumo devido a armazenagem de forma indevida. Também foram encontradas canjica branca, farinha de rosca e coxinha de frango.

O responsável pelo mercado apresentou a documentação solicitada composta por alvará de funcionamento, licença da Vigilância Sanitária além  do certificado de vistoria do Corpo de Bombeiros, todos vencidos. O superintendente do Procon, Marcelo Salomão, afirma que “somente com  a colaboração do consumidor denunciando as irregularidades, o Procon Estadual pode  tomar providências para evitar que comerciantes inescrupulosos prejudiquem as pessoas que necessitam adquirir, inclusive, gêneros de primeira necessidade”.

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