Envolvidos na Operação realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO) na manhã de ontem (29), em apoio às 29ª e 31ª Promotorias de Justiça de Campo Grande, quatro servidores foram exonerados conforme publicação do Diário Oficial de Mato Grosso do Sul publicado nesta quinta-feira (30).
As exonerações, que já haviam sido antecipadas pelo Estado, foram assinadas pelo governador Eduardo Riedel e pelo secretário de Governo, Pedro Arlei Caravina.
A investigação, conduzida pelo Grupo Especial de Combate à Corrupção (GECOC) constatou a existência de "uma organização criminosa voltada à prática dos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, peculato, fraude em licitações/contratos públicos e lavagem de dinheiro. As provas das fraudes foram obtidas na Operação Parasita, realizada em dezembro de 2022".
Flavio Britto que foi alvo da operação de busca e apreensão em razão de investigação da época em que era secretário de Saúde, foi exonerado de seu atual cargo como adjunto da Casa Civil. Foram exonerados ainda Simone Ramires, que seria responsável pelas licitações na Secretaria de Estado de Administração, Andrea Cristina e Edio Antonio Resende de Castro, secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Educação.
Todas as exonerações passam a valer a partir de hoje.
De acordo com o Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul, a Operação Turn Off que investigava a organização criminosa, cumpriu 8 mandados de prisão preventiva e 35 mandados de busca e apreensão, nos municípios de Campo Grande, Maracaju, Itaporã, Rochedo e Corguinho.
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Ex-secretário adjunto da Casa Civil, Flabio Britto e Edio Castro, ex-adjunto da Educação (Reprodução)



