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Após quase um ano, estuprador é condenado a uma década de prisão por ataque à aluna da UFMS

08 março 2012 - 11h40

O tatuador Robson Vander Lan, de 29 anos, responsável por uma série de estupros em Campo Grande, foi condenado a dez anos de prisão pelo ataque a uma universitária no campus da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). O estupro, ocorrido em 11 de abril do ano passado, levou à sua prisão, revelando outras cinco vítimas.

Na época, a estudante sofreu violência sexual em um matagal próximo à ponte que liga o teatro Glauce Rocha ao bloco dos cursos de Química, Economia e Administração da Universidade. A vítima conseguiu escapar, correndo nua em busca de socorro. O caso provocou protesto dos estudantes, que fecharam a avenida Costa e Silva e exigiram mais segurança. A jovem pede indenização de R$ 250 mil na Justiça. Robson foi condenado por estupro e roubo com emprego de arma. Além de ter sido reconhecido pela vítima e confessado o crime, análise de material genético comprovou que foi ele o autor da violência sexual contra a jovem. Por sua vez, a defesa do estuprador alegou que a relação sexual foi consentida.

Contudo, para o juiz Paulo Afonso de Oliveira, em substituição legal na 2ª Vara Criminal, o diálogo travado com o estuprador foi uma tentativa da vítima de escapar de uma violência ainda maior. A defesa também questionou o crime de roubo, pois os pertences da jovem foram deixados no local pelo estuprador. Porém, antes da violência sexual, ele roubou a bolsa da jovem, um celular e R$ 10.

No depoimento, Robson admitiu que só deixou os objetos porque a vítima fugiu e então ele “deixou tudo para trás”. A pena pelo estupro foi de 8 anos e do roubo de 2 anos. A condenação deve ser cumprida em regime fechado. Robson tem uma extensa lista de crimes contra mulheres, além de furtos e roubos. Ele foi condenado por esfaquear uma namorada grávida até a morte.
 
Desde 2010, cometeu uma série de estupros. Após ser preso, relatou - com calma, frieza e por vezes rindo - que primeiro, queria roubar, mas depois, por impulso, violentava as vítimas. Ele disse que as escolhia por um único critério: que a vítima estivesse em um local de pouca visibilidade. Depois, mudou de conduta: escondeu o rosto para fugir das fotografias durante audiência na Justiça sobre outro caso.

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