O Programa Bolsa Família vem contribuindo para muitas pessoas, que durante o período de crise financeira em no país estão passando por momentos difíceis e foram incluídas no índice de desemprego. Diante disse a prefeitura com apoio do governo federal atende com o Bolsa Família. Em Campo Grande, contém 30.030 famílias beneficiárias, dessas. 26 mil são mulheres responsáveis por seus familiares. Em todo o Brasil, mais de 13,9 milhões de famílias são atendidas pelo Bolsa Família.
Na Política de Assistência Social, a mulher tem o papel principal no combate à pobreza. A concepção de família que está mais aberta e ampliada, é mantidas nas mesmas expectativas sobre suas responsabilidades enquanto um grupo de proteção e cuidados dos indivíduos, principalmente o papel da mulher/mãe como principal elemento provocador de mudanças, e tendo um papel ativo para a configuração de uma “boa família”. A centralidade da mulher-mãe pode-se observar que a assistência social pensa a sua prática tendo como foco a família, em relação às responsabilidades das mulheres titulares de programas de transferência de renda.
Na prática, quem participa dos grupos de apoio dos CRAS e Centros de Convivência são quase sempre as mulheres. A mulher/mãe é vista como a grande multiplicadora dos conhecimentos, informações e orientações que recebe nas ações socioeducativas e que, a partir deste papel contribuirá para os objetivos voltados ao empoderamento, autoestima, dignidade, fortalecimento de vínculos.
“Tudo que estão relacionadas a essas famílias nós atendemos normalmente as mulheres. São pessoas de referência, é aquela que une, e que teria condições hoje de gerir melhor os recursos que são repassados por meio do programa de transferência de renda. Ou seja, normalmente, as mulheres têm mais compromisso com os filhos, em priorizar essa renda para as necessidades deles, da própria família em si, das pessoas que moram juntas, enfim, da sobrevivência.”, explicou José Mário Antunes, Secretário da Assistência Social.
Programa Bolsa Família
É um programa de transferência direta de renda, direcionado às famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza em todo o País, de modo que consigam superar a situação de vulnerabilidade e pobreza.
Os objetivos do programa são: combater a fome e promover a segurança alimentar e nutricional; Combater a pobreza e outras formas de privação das famílias; Promover o acesso à rede de serviços públicos, em especial, saúde, educação, segurança alimentar e assistência social.
Quem pode participar do programa?
As famílias extremamente pobres, que são aquelas que têm renda mensal de até R$ 89,00 por pessoa; As famílias pobres, que são aquelas que têm renda mensal entre R$ 89,01 e R$ 178,00 por pessoa.
As famílias pobres que participam do programa precisam ter em sua composição gestantes e crianças ou adolescentes entre zero e 17 anos.
Para se candidatar ao programa, é necessário que a família esteja inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, com seus dados atualizados há menos de dois anos.
Caso atenda aos requisitos de renda e não esteja inscrito, procure o CRAS, Centro de Convivência ou a Sede da SAS, especificamente setor de Cadastro Único para realizar a inscrição.
Mantenha seus dados sempre atualizados informando à SAS qualquer mudança de endereço e telefone de contato e modificações na constituição de sua família, como nascimento, morte, casamento, separação, adoção, etc.
O cadastramento é um pré-requisito, mas não implica na entrada imediata das famílias no Programa, nem no recebimento do benefício. Mensalmente, o Ministério da Cidadania seleciona de forma automatizada as famílias que serão incluídas para receber o benefício.
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Em Campo Grande, contém 30.030 famílias beneficiárias, destas 26 mil são mulheres responsáveis por seus familiares (Divulgação)



