O Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade) está sendo processado por Jedson Lucas de Souza Ferreira, que sentiu prejudicado com uma iguana que o assustou no meio da pista durante uma prova de aptidão física para a Polícia Militar e o fez desmaiar.
Jedson atualmente trabalha temporariamente como agente sócio-educativo em uma penitenciária em Rio Grande do Norte e decidiu participar do concurso para praça da Polícia Militar do RN, que aconteceu no final de setembro do ano passado.
De acordo com o processo, Jedson estava realizando o teste de aptidão física em uma pista de corrida e na terceira volta, uma iguana apareceu em sua frente e o assustou, que logo depois acabou desmaiando.
Segundo o texto, o animal já tinha sido avistado por outros concorrentes, mas não foi tomada nenhuma atitude por parte dos organizadores do concurso, o que prejudicou o cliente da advogada Flávia Karina de Lima.
Ainda no processo, foi feito um pedido de tutela antecipada para que Ferreira pudesse participar das outras fases do concurso, até uma decisão final da justiça. Entretanto, foi negado pelo magistrado Cícero Martins de Macedo Filho, no início deste ano.
O juiz Cícero Filho disse que o candidato não apresentou provas de que foi prejudicado durante a prova nem pelo réptil nem pelo falta de cuidado da organização do concurso. A advogada Flávia Karina requereu ao Ibade o fornecimento das gravações do teste físico, para a comprovação do fato.
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Candidato a policial é agente sócio-educativo em uma penitenciária (Reprodução/Vilhena News)


