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Casa da Mulher Brasileira da capital é referência após trabalhos bem sucedidos

Local oferece atendimento à mulher em situação de violência

16 fevereiro 2019 - 14h52Da redação com assessoria

Os trabalhos da Casa da Mulher Brasileira em Campo Grande desde sua inauguração, em 2015, tem dado bons resultados, e para conhecer de perto os serviços, a coordenadora Estadual de Políticas Públicas para a Mulher do Estado de Roraima e responsável pela Casa da Mulher Brasileira da capital Boa Vista, Graça Policarpo visitou a CMB de Campo Grande, na qual foi  recebida, nesta sexta-feira (15),  pela subsecretária de Políticas para a Mulher Carla Stephanini acompanhada da coordenadora Geral da Casa da Mulher Brasileira, Tai Loschi.

De acordo com a subsecretária de Políticas para a Mulher Carla Stephanini, os trabalhos da Casa da Mulher Brasileira têm sido bem sucedidos, porque ela atende as diretrizes conforme ela foi concebida. "Nós temos dentro da Casa todo sistema de justiça, Ministério Público, Defensoria Pública, Poder Judiciário, Delegacia de Atendimento à mulher", afirmou.

“Aqui tudo funciona 24 horas, portanto ela não fecha nunca, com o setor de recepção psicossocial, alojamento de passagem, a Brinquedoteca, Patrulha Maria da Penha, então a Casa da Mulher de Campo Grande está na integração que ela promove junto com todas as instituições que aqui atuam, demonstrando sim que é possível integrar estes trabalhos institucionais dentro da Casa da Mulher Brasileira e quem ganha são as mulheres que utilizam e dependem dos serviços”. diz Carla.

Casa da Mulher Brasileira

A Casa da Mulher Brasileira oferece atendimento à mulher em situação de violência, concentrando em um mesmo local os serviços essenciais: acolhimento e triagem, Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), equipe multidisciplinar (psicólogas e assistentes sociais), Promotoria e Defensoria Pública e a 1ª Vara de Medidas Protetivas do país, além de abrigo de passagem, brinquedoteca, orientação ao trabalho e central de transportes.

Patrulha

A Patrulha Maria da Penha é formada por 30 guardas municipais, sendo 10 mulheres. Os guardas em patrulha, quando acionados, vão até a casa da mulher vítima de violência. Caso ela tenha sofrido alguma lesão grave, é encaminhada a unidade de saúde mais próxima e o agressor será preso em flagrante.

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