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Caso de raiva provoca vacinação emergencial em Campo Grande

12 agosto 2011 - 19h30G1 MS

Depois de 23 anos sem apresentar casos de raiva canina em Campo Grande, está semana, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) confirmou a morte de um cachorro que estava infectado com o vírus. Agora, o CCZ está vacinando todos os animais, e orientando os moradores do bairro onde o caso foi registrado.

A campanha emergencial foi adotada depois que um caso de raiva canina foi registrado em Campo Grande. Foram enviadas pelo Ministério da Saúde 1.300 doses de vacinas.

"Desde 1988, o município não registra casos de raiva em cães e gatos. Este é o primeiro caso e todas as medidas estão sendo empenhadas para que haja um bloqueio efetivo do caso", diz a diretora do Centro de Controle de Zoonoses, Júlia Maksoud.

O animal, com raiva canina, foi encontrado já morto há duas semanas no bairro Jardim Anache, em Campo Grande. A doença só foi confirmada depois da realização de dois exames laboratoriais. Agora, os técnicos do CCZ estão visitando casas localizadas em um raio de cinco quilômetros de distância do local onde a doença foi descoberta. Os moradores são orientados a manter os cães presos em casa.

Em cada visita, os animais são vacinados, tanto cães, quanto gatos.

"Pedindo à população a consciência de deixar o seu animal preso dentro de seu quintal, e providenciar um canil, quando a casa não possuir muro e nem cerca", diz Mário Márcio Oliva, supervisor de área.

Quem perceber os sintomas da raiva nos animais, como mudança de comportamento, de hábitos alimentares, salivação abundante e dificuldades de engolir, deve procurar o Centro de Controle de Zoonoses. A raiva é transmitida pelo contato com a saliva do animal infectado, o maior perigo está em cães soltos pela rua.

"Não é todo mundo que segura os cães dentro de casa. Minha filha quase foi mordida por um cachorro, que eu fiquei sabendo que pode estar com raiva", revela a autônoma Jocielly dos Santos.

Em Mato Grosso do Sul, o controle da população de morcegos hematófagos é fundamental para o combate à raiva. No meio silvestre, a presença do vírus é comum, e o risco aumenta quando animais domésticos, ou mesmo o rebanho bovino, são atacados por estes morcegos.

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