Menu
Busca segunda, 26 de outubro de 2020
(67) 99647-9098
Sebrae/mulher
Geral

Cheia no Pantanal provoca morte de peixes e PMA fala em prejuízo incalculável

22 março 2011 - 14h08
Além de causar prejuízos à pecuária, estimados em R$ 190 milhões, com a perda de gado, a cheia na planície pantaneira também provoca a morte de peixes há pelo menos três semanas. Na região de Corumbá, o major da PMA (Polícia Militar Ambiental), César Freitas, diz que é impossível calcular a quantidade de peixes mortos e que o prejuízo é incalculável. “Nossa equipe registrou uma faixa de 2 quilômetros de espécies mortas ou que estão na superfície em busca de oxigênio”, relatou o capitão. “A decoada está surpreendendo. Geralmente durante apenas três dias”, completa. Entre os exemplares mortos, é possível ver espécies como armal, jaú, dourado, pintado, cachorra e arraias. O major da PMA de Corumbá acredita que mais peixes ainda devam morrer com a cheia na região. Agora, a preocupação da corporação é a pesca predatória, já que as espécies estão vulneráveis. Os policiais têm realizado fiscalizações constantes, pois, com os peixes na superfície, os pescadores tendem a descumprir a legislação ambiental. “O peixe pode ser consumido, desde que esteja dentro das exigências: equipamento permitido, tamanho mínimo, cota e licença de pesca”, explica o major, revelando que pescadores foram flagrados capturando os peixes para comércio. Desde que foi registrada a morte de peixes pela decoada, a PMA autuou 15 pessoas, na maioria por captura de pescados com tamanhos inferiores aos permitidos por lei. O valor das multas aplicado até agora somou R$ 16,2 mil. Além disso, segundo balanço divulgado pela Polícia, foram apreendidos 283 quilos de pescados das espécies pacu, pintado, cachara, jaú e barbado; oito barcos de alumínio; nove motores de popa; dois barcos de madeira; um veículo; seis varas de bambu com garatéias (três anzóis fixados um no outro) e três varas de bambu com arpões. Rio Negro - No fim de janeiro, cerca de mil toneladas de peixes morreram por conta da decoada no Rio Negro, em Aquidauana. O fenômeno é comum na região do Pantanal. Na decoada, a vegetação local entra em decomposição na seca. Com a chegada da cheia, esse material orgânico, junto com a água em alta temperatura, contribui para diminuir o oxigênio, forçando os peixes a subir à superfície. Fonte: CG News
CertFica

Deixe seu Comentário

Leia Também

Geral
Feirão da Caixa conta com mais de 10 mil imóveis em leilão
Geral
Mega-Sena: ninguém acerta as seis dezenas e prêmio acumula em R$ 45 milhões
Geral
Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio acumulado de R$ 38 milhões
Geral
Sonda da Nasa perde amostras do asteroide no espaço
Geral
Dono do Bifão da Coophasul, morre em Campo Grande
Geral
Empresa paulista AEGEA, vence leilão da PPP da Sanesul
Geral
Criança de 2 anos engole e fica com crucifixo preso no sistema digestório
Geral
Antônia Cylis precisa de doações de sangue na luta contra leucemia
Geral
Mega-Sena acumula e pagará R$ 38 milhões no sábado
Geral
Cantor sertanejo Edson realiza show em cobertura de escritório da Capital

Mais Lidas

Brasil
Vítima de estupro coletivo diz ter HIV
Polícia
Idoso com arsenal de armas foi preso após ameaçar vizinhos
Brasil
Astronomia: Jovem vende empada para comprar telescópio
Brasil
Namorado não aceita resposta do pedido de casamento e surta