Menu
Busca segunda, 25 de março de 2019
(67) 99647-9098
TJMS março-19
Geral

Cheia no Pantanal provoca morte de peixes e PMA fala em prejuízo incalculável

22 março 2011 - 14h08
Além de causar prejuízos à pecuária, estimados em R$ 190 milhões, com a perda de gado, a cheia na planície pantaneira também provoca a morte de peixes há pelo menos três semanas. Na região de Corumbá, o major da PMA (Polícia Militar Ambiental), César Freitas, diz que é impossível calcular a quantidade de peixes mortos e que o prejuízo é incalculável. “Nossa equipe registrou uma faixa de 2 quilômetros de espécies mortas ou que estão na superfície em busca de oxigênio”, relatou o capitão. “A decoada está surpreendendo. Geralmente durante apenas três dias”, completa. Entre os exemplares mortos, é possível ver espécies como armal, jaú, dourado, pintado, cachorra e arraias. O major da PMA de Corumbá acredita que mais peixes ainda devam morrer com a cheia na região. Agora, a preocupação da corporação é a pesca predatória, já que as espécies estão vulneráveis. Os policiais têm realizado fiscalizações constantes, pois, com os peixes na superfície, os pescadores tendem a descumprir a legislação ambiental. “O peixe pode ser consumido, desde que esteja dentro das exigências: equipamento permitido, tamanho mínimo, cota e licença de pesca”, explica o major, revelando que pescadores foram flagrados capturando os peixes para comércio. Desde que foi registrada a morte de peixes pela decoada, a PMA autuou 15 pessoas, na maioria por captura de pescados com tamanhos inferiores aos permitidos por lei. O valor das multas aplicado até agora somou R$ 16,2 mil. Além disso, segundo balanço divulgado pela Polícia, foram apreendidos 283 quilos de pescados das espécies pacu, pintado, cachara, jaú e barbado; oito barcos de alumínio; nove motores de popa; dois barcos de madeira; um veículo; seis varas de bambu com garatéias (três anzóis fixados um no outro) e três varas de bambu com arpões. Rio Negro - No fim de janeiro, cerca de mil toneladas de peixes morreram por conta da decoada no Rio Negro, em Aquidauana. O fenômeno é comum na região do Pantanal. Na decoada, a vegetação local entra em decomposição na seca. Com a chegada da cheia, esse material orgânico, junto com a água em alta temperatura, contribui para diminuir o oxigênio, forçando os peixes a subir à superfície. Fonte: CG News

Deixe seu Comentário

Leia Também

Geral
Cantor sertanejo morre em acidente na BR-163
Geral
Porto Murtinho se tornará o maior polo exportador de MS
Geral
Mulheres assinam 72% dos artigos científicos publicados pelo Brasil
Geral
Preço e confiança faz com que medicamentos genéricos cresçam no mercado
Geral
Cerca de 150 mil eleitores já utilizam o aplicativo e-Título no estado
Geral
Grupo Pereira ocupa 6ª posição no ranking dos maiores supermercados
Justiça
Daniel Castro é reconduzido ao cargo de diretor da EJE-MS
Geral
Inscritos devem procurar o CCZ para agendar castração
Geral
Plano de mobilidade urbana prevê fim de pontos de alagamentos
Geral
Governo entrega Unidades de Saúde em Bandeirantes

Mais Lidas

Polícia
Imagem Forte - Homem é executado com mais de 20 disparos em Ponta Porã
Política
Vídeo - Deputado apanha de vereador e sai machucado
Saúde
Ministério da Saúde faz campanha de alerta sobre tuberculose
Brasil
Diretor Domingos Oliveira morre aos 83 anos no Rio