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Cientistas encontram nova espécie de peixe a 4,2 km no fundo do mar

11 fevereiro 2013 - 14h28Divulgação/NIWA/University of Aberdeen

Cientistas da Universidade de Aberdeen, na Grã-Bretanha, fizeram uma expedição marítima ao norte da Nova Zelândia e exploraram um dos pontos mais profundos do planeta, recolhendo peixes e outros animais entre 1 km e 6,5 km abaixo do oceano.

Dezenas de espécies raras e com aspecto estranho foram encontradas pelos pesquisadores, que fizeram mais de 6 mil fotografias. Uma das descobertas foi uma nova espécie de peixe da família Zoarcidae, conhecido popularmente em inglês como "eelpout".

O animal foi encontrado a 4,2 km de profundidade e ainda não recebeu nome científico, de acordo com os pesquisadores.

Além disso, uma espécie rara, nunca antes identificada na região do Oceano Pacífico próxima da Nova Zelândia, foi identificada a 5,5 km de profundidade: a Coryphaenoides yaquinae. Foram usadas sondas com câmeras capazes de suportar grandes profundidades, assim como iscas para atrair os animais.

"Nós não estávamos seguros do que acharíamos nesta expedição a uma profundidade desconhecida. Nós queremos entender melhor como vivem os peixes de grandes profundidades e ficamos surpresos em ter encontrado uma nova espécie", disse o pesquisador Alan Jamieson, um dos líderes da expedição.

Enguia
Outro animal identificado foi um peixe com formato de enguia, da família Ophidiidae. Ele foi achado em profundidade recorde - de 3,5 km - segundo os cientistas. Mais de 100 peixes foram capturados durante a exploração.

"Entre esta expedição e outras que já foram realizadas, existe uma diferença: agora temos uma amostra de animais que vivem em uma profundidade que é maior do que a altura do Monte Everest", disse Jamieson.

"Os resultados da exploração em profundidade estão ajudando a entender a biodiversidade no fundo do mar nos arredores da Nova Zelândia, e entender os riscos potenciais das mudanças climáticas e de atividades humanas no futuro, como a exploração de minérios no fundo do mar", disse o cientista Malcolm Clark, do Instituto de Pesquisa da Água e da Atmosfera da Nova Zelândia.

Via G1

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