O Cometa Nishimura, descoberto por acidente há pouco menos de um mês, se tornará visível a olho nu pela primeira vez nesta sexta-feira (8), quando ele deve atingir uma magnitude de 4,9, considerada o bastante para seu brilho ser visto da superfície terrestre.
No entanto, o meteorologista Natálio Abraão informou à reportagem que a chuva que chegou em Campo Grande nesta sexta-feira deve dificultar a visualização do nosso “visitante”.
Hoje, no entanto, não será a última chance para ver o cometa, que continuará visível no céu noturno.
Na próxima terça-feira (12), o cometa estará em seu ponto mais próximo da Terra, a uma distância de 125,4 milhões de quilômetros, e atingirá seu brilho máximo em 17 de setembro, quando estará próximo o suficiente do Sol.
O brilho máximo, no entanto, deve ser difícil de ser visualizado, já que o brilho de nossa estrela deve eclipsar o do cometa, que “desaparecerá”.
Caso deseje tentar acompanhar o cometa, ele estará subindo nas primeiras horas da manhã no Leste, e será necessário acordar por volta das 3h e 4h (horário local) e utilizar Vênus como referência, com Nishimura um pouco mais alto e à esquerda do planeta.
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