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Empresário de MS é preso em SP com R$ 600 mil falsos

16 junho 2011 - 17h19Extraída do Facebook do empresário

A Polícia Civil de São Paulo apreendeu nessa segunda-feira, dia 13, mais R$ 400 mil em notas falsas. O material estava guardado em um quarto de hotel em Higienópolis e seria utilizado por homens especializados no golpe do “super-paco”.

Dois integrantes do bando foram presos no mesmo bairro por integrantes da 3ª Divecar (Delegacia de Repressão a Desmanches Ilegais), do Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado).

A equipe prendeu o empresário luso-brasileiro Israel Mendes da SIlva, de 32 anos, que atuava em Mato Grosso do Sul e o taxista Roney do Rosário Cunha, de 37, quando deixavam uma churrascaria na Avenida Angélica. Segundo o delegado Wuppslander Ferreira Neto, da D.R.Desmanches Ilegais, havia três meses que os policiais tentavam identificar os especialistas no golpe do “super-paco”.

Na sequência, os policiais foram até um hotel na rua Barão de Tatuí, onde localizaram outra maleta, cujo segredo do trinco era o número 171. Nela foram encontradas notas falsas e tarjetas, como as do Banco Central, para prender as cédulas. O material estava no quarto utilizado pelos golpistas. O balanço das apreensões até agora já é de R$ 600 mil, num total de 12 mil notas de R$ 50.

Para o delegado, a produção bem cuidada do “super-paco” viabilizava o golpe, pois quem recebe o pacote, com tarjetas do Banco Central e notas novas, acaba confiando na transação. Outro ponto a ser observado é que devido à quantidade de notas sendo entregues em locais públicos, poucas pessoas abrem o pacote para contar, como explicou Ferreira Neto.

O taxista, que é paraense e diz morar no Rio de Janeiro, admitiu que seu objetivo em São Paulo era faturar R$ 2 mil no golpe, mas não revelou o alvo do crime. Já Israel Mendes da Silva afirmou ser empresário do ramo de turismo e intermediações e alegou ter seus negócios em Mato Grosso do Sul e Portugal. “Não sei de golpe. Só arrumei alguém para trocar dinheiro por dólares. Meu objetivo era ganhar uma comissão como intermediário”, contou Roney do Rosário Cunha.

O empresário, porém, admitiu que em março, durante outra intermediação, teve problemas. “Arrumei uma venda de pedras preciosas, mas os interessados eram ladrões. Queriam o dinheiro dos compradores”, disse.

As cédulas falsas, segundo o taxista, foram produzidas em Pernambuco. O delegado Ferreira Neto autuou os dois por crime de moeda falsa.

Vacinne

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