O ex-chefe da Casa Civil, no governo de Reinaldo Azambuja, Sérgio de Paula, se defende das acusações dos empresários donos de frigoríficos e curtumes em Mato Grosso do Sul.
Conforme as denúncias de Benilson Tangerino e José Alberto Beger, apresentadas pelo Fantástico no último domingo (28), eles pagavam, há 12 anos, propina para terem suas empresas funcionado. Ainda de acordo com os empresários, Sérgio era o responsável em receber o dinheiro.
Em nota, Sérgio esclarece que não recebeu dinheiro algum e nunca permitiu que ninguém usasse seu nome para este tipo de negócio.
Veja a nota na íntegra:
Face as acusações que me foram imputadas de forma leviana, tenho obrigação de fazer os seguintes esclarecimentos:
1) Em nenhum momento fui contemplado com dinheiro ou qualquer espécie de benesse vinda do senhor José Ricardo Guitti Guimaro, o Polaco. Esta afirmativa pode ser comprovada através de inquérito policial.
2) Em relação ao empresário José Alberto Berger, o meu contato ocorreu em ocasiões distintas: para tratar de eleições municipais. Inclusive, de Bonito, onde sua mulher, Mirela Rigoti, foi eleita vereadora pelo PSDB, em 2016. Em outra, fui procurado para interceder junto a Secretaria Estadual de Fazenda, porém deixei claro que não tinha qualquer tipo de relação ou poder para tentar mudar decisão sobre cortes de benefícios fiscais.
3) Por fim, nunca autorizei ninguém a usar meu nome em qualquer ocasião.
Campo Grande, 28 de maio de 2017,
Sérgio de Paula
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