A Carta de Conjuntura do Setor Externo de janeiro de 2024, publicada na quarta-feira (14) pela Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), mostrou um aumento nas exportações do Estado no primeiro mês de 2024.
Em relação a janeiro do ano passado, foi registrado um aumento de 17,4% nas exportações originárias de território sul-mato-grossense, saindo de US$ 578,725 milhões para US$ 679,520 milhões. Se destacaram as exportações de celulose, soja e minério de ferro.
Houve um aumento de 616,13% na comercialização da soja; de 325,77% nas vendas de minério de ferro; de 294,12% de Ferro-gusa; de 608,25% nas do Algodão; e 60,44% nas comercializações do Açúcar.
O secretário Jaime Verruck, chefe da Semadesc, explica que o resultado da celulose já era esperado, mas que o aumento nas exportações ainda é notável, já que o mercado está menos movimentado.
"Nós sabemos que o mercado estava andando meio de lado, mas mesmo assim nós tivemos um crescimento de exportação de 17,4% em relação a janeiro do ano passado. Quando nós olhamos o perfil de produto, temos alguns destaques importantes. A celulose foi o produto mais exportado do mês de janeiro e isso é natural", explica.
"Nós tínhamos soja estocada em função dos baixos preços, mesmo assim foram exportados no mês de janeiro 245 mil toneladas. Mostra que a soja estava retida e foi um bom momento de aumentar as exportações", completou.
A China permaneceu como o principal comprador produtos de Mato Grosso do Sul, respondendo por 81% do valor total das vendas externas em janeiro. Os Estados Unidos registraram um aumento de 51,1% nas exportações em comparação com o mesmo período do ano passado, com Japão e países baixos aparecendo logo em seguida.
Em relação aos setores, a indústria de transformação teve uma variação positiva em seu valor de 115,89% e 115,16% em seu volume, seguido do setor agropecuário, com um crescimento de 109,14% nos preços e aumento de 95,53% no volume.
Durante o período, foi registrada uma queda de 10,6% nas importações, resultando em um superávit da balança comercial de US$ 430,6 milhões, um aumento de 43,4% em relação ao registrado em janeiro de 2023.
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