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Greve da enfermagem da Santa Casa continua

02 setembro 2010 - 06h20
Até que aconteça a audiência com o Tribunal Regional do Trabalho (TRT), prevista para esta quinta-feira (02), os auxiliares e técnicos de enfermagem da Santa Casa continuam em greve. Após tentativa de negociação sem sucesso, os auxiliares e técnicos de enfermagem da Santa Casa de Campo Grande decidiram permanecer paralisados. Conforme o diretor de comunicação do Sindicado de Enfermeiros de Mato Grosso do Sul (Siems), Lázaro Santana, a categoria reivindica 15% de aumento salarial mais cesta básica, feriado trabalhado, folga e convênio médico, o que segundo a direção do hospital, seria impossível conceder já que ocasionaria um impacto de pelo menos 40,21% na folha de pagamento. Atualmente, de acordo com tabela apresentada pelo diretor presidente da instituição, Jorge Martins, a média salarial dos trabalhadores de enfermagem está calculada da seguinte maneira: enfermeiro padrão – R$ 2.080,00; técnico – R$ 745,00 e auxiliar R$ 691,00, fora os demais valores associados ao salário, como a insalubridade e assiduidade. “Só estamos pagando abaixo de três hospitais particulares da capital. Em sã consciência não teríamos como dar nenhum aumento, pois não temos de onde tirar este valor que eles estão pedindo e é isso que explicamos para o ministério público e para os tribunais, pois daqui uns dias ao invés de fazer greve por aumento, eles vão paralisar por falta de pagamento em dia”, desabafa Martins. Para o diretor não haveria necessidade para greve, pois a data base deles aconteceu em maio e ainda não se esgotaram as negociações. “Não tem motivo para entrar em greve. Só se entra em greve quando exaure a capacidade de conversa entre os dois. Esta capacidade de não se exauriu. Já fizemos seis reuniões com a diretoria, três no Tribunal Regional do Trabalho e outra no Ministério Público do Trabalho”, conta. Após as reuniões, a Santa Casa propôs um reajuste de 5,59%, mas a classe só irá concordar com este valor se for uma determinação judicial. “O que o tribunal decidir tá decidido. Enquanto isso permanecemos paralisados”, afirma o representante do sindicato, Lázaro Santana. Por determinação do TRT, o sindicato declara que estão mantendo 100% dos funcionários nas áreas exigidas, que são o Pronto Socorro e o Centro de Terapia Intensiva (CTI). “Nos setores menos críticos estamos com 50%”, relata. Para a servidora Elpídia Santos Xavier, a greve é a única maneira de ter os direitos assegurados. “No ano passado nossa data base só saiu em dezembro, então não queremos que isso ocorra novamente este ano”, explica.

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