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Idosos chegam primeiro para votar no segundo turno

31 outubro 2010 - 09h56
Logo cedo, eles já estavam na fila para cumprir o dever e o direito do voto. Pelo menos para um grupo formado em sua maioria por idosos, a escolha neste domingo de eleições foi por votar o quanto, aproveitar o restante do dia e esperar o resultados sobre o novo presidente do Brasil a partir de 2011. Na escola Joaquim Murtinho, na avenidas Afonso Pena, um dos maiores colégios eleitorais de Mato Grosso do Sul, havia eleitor na fila já às 7h30. O ex-deputado estadual, ex-secretário de Justiça e Segurança Pública e conselheiro aposentado do Tribunal de Contas do Estado, Franklin Masruha, era o primeiro da fila em sua seção. Ele contou que sempre teve o hábito de votar logo na abertura das urnas e que costuma ser o primeiro a fazer isso em sua seção. A esposa dele, Ivone Coelho Mashua, 62 anos, também estava à frente na ordem de votação em sua seção. Para a pensionista Sueli Bueno Mendes, 62 anos, a escolha por ir cedo foi em razão de uma viagem marcada para logo depois. Ela vai para Rondônia, mas decidiu ir votar antes de seguir para seu destino. “Preciso do comprovante. E não deixaria de votar”, afirmou, revelando uma escolha diferente da maioria das pessoas que aproveitou o feriadão para ir para outras regiões e deixou de ir às urnas. Para Lúcio Rondon Morais, de 63 anos, ir cedo às urnas tem a ver com uma escolha de vida. Ele diz que, desde quando serviu o Exército, tem mania de acordar cedo “ fazer tudo com disciplina. Um dos primeiros a registrar o voto na urna do colégio Joaquim Murtinho, Lucídio definiu porque gosta de se livrar logo dos compromissos. “O regulamento ensina a gente. Josino Leiria, de 61 anos, disse que é a tranqüilidade deste horário que sempre o leva à ir a seção eleitoral no início da votação. “No meu caso não vale aquela frase de que o brasileiro sempre deixa tudo para última hora”, sempre acorda cedo e faz tudo mais cedo Os números O segundo das eleições em Mato Grosso do Sul vai usar 5.149 urnas, onde estão aptos a votar 1.702.511 eleitores. Em Campo Grande são 1.507 urnas para atender os 541.716 eleitores. Somando as 5.149 em uso com mais 1.078 urnas reservas, no total o TREdispõe de 6.227 máquinas. Do total, 442 urnas foram adaptadas para deficientes visuais com recurso de fone de ouvido e áudio. Para coordenar a votação, são 20.596 mesários no Estado. Um dos maiores locais de votação é a escola estadual Teotônio Vilela,no Bairro Universitária 2, e que abriga 15 seções com um total de 5.867 eleitores. Fonte: CG News

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