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Marun não comparece em audiência sobre previdência e vereador enviará relatório a deputados federais

04 abril 2017 - 16h19Da redação com assessoria

Após ouvir diversas entidades que se manifestaram contra a reforma da Previdência, proposta pelo Governo Federal, o vereador André Salineiro (PSDB) enviará à bancada federal um relatório sobre a audiência realizada nesta segunda-feira, dia 3, na Câmara Municipal de Campo Grande.

Presidente da Comissão Permanente de Legislação Participativa, Salineiro convocou a audiência, para a qual foram convidados o presidente da Comissão que trata da reforma na Câmara dos Deputados Federais, Carlos Marun e todos os demais parlamentares daquela Casa; além de deputados estaduais e outras autoridades.

Apesar de ter informado que estaria em Campo Grande no dia, Marun não confirmou presença e não esteve na audiência. Além de Salineiro, participaram o vereador Odilon de Oliveira (PDT), Veterinário Francisco (PSB), Epaminondas Vicente, o Papy (SD), Hederson Fritz (PSD), Airton Araújo (PT) e Cida Amaral (PTN). O deputado estadual Amarildo Cruz (PT) também esteve no evento. A audiência contou ainda com membros da OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil); representantes das centrais sindicais e movimentos sociais.

Não à PEC – Todos os participantes se posicionaram totalmente contra a PEC 287/2016 (Proposta de Emenda à Constituição), que propõe a reforma. Coordenador do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal e Ministério Público da União, Antônio Cézar Medina, destacou que haverá manifestação em junho promovida pela entidade. “Se a situação do país está ruim, a culpa não é do servidor. Somos contra a PEC, contra a reforma trabalhista e a terceirização”, disse.

Ao apresentar dados sobre a previdência, Salineiro destacou que não há déficit como diz o Governo Federal, de acordo com a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip) e Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (Cobap).

“Se essa PEC for aprovada, vamos ter idosos mendigando nas ruas. Além disso, essa reforma poderia impactar drasticamente a economia do país, pois mudaria o ciclo natural do emprego. Com mais pessoas trabalhando por mais tempo, faltariam vagas novas no mercado de trabalho. Faremos pressão para que nossos representantes em Brasília não aprovem essa proposta”, disse Salineiro.

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