Mato Grosso do Sul fechou o mês de janeiro em sexto lugar no ranking de geração de empregos do país, segundo os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Emprego e Desemprego do Ministério do Trabalho e Emprego (CAGED-MTE). De acordo com o relatório, foram gerados 871 empregos formais no Estado. “Esse resultado foi bem melhor em relação a janeiro de 2016, quando houve destruição de 163 postos de trabalho formais NO Estado”, comentou o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck.
Os dados do Caged, compilados pela Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico (Semade) na Carta de Conjuntura do Mercado de Trabalho, indicam que a criação de novas vagas com carteira assinada deu-se nos setores de: Indústria (441 empregos a mais), Construção Civil (370 empregos a mais), Serviços (346 empregos a mais) e Agropecuária (206 empregos a mais). No acumulado dos últimos 12 meses, Mato Grosso do Sul apresenta uma destruição de 1.388 empregos formais.
“Há uma tendência de recuperação da economia na forma de criação de novos empregos formais, mas o setor de Comércio ainda apresenta resultados negativos em Janeiro de 2017, com destruição de 492 vagas, devido a destruição de vagas no Comércio Varejista (659 vagas a menos), enquanto o Comércio Atacadista apresentou criação de 167 novas vagas”, pontua o secretário Jaime Verruck.
Com relação aos Serviços, os setores que se destacaram na geração de empregos formais em janeiro de 2017 foram: Administração de imóveis (437 novas vagas) e Transportes e comunicações (60 novas vagas).
Na Indústria, houve aumento nas contratações em Janeiro de 2017, sendo mais intensa nos subsetores de: Indústria alimentos e bebidas (100 vagas a mais), Serviços industriais e de utilidade pública (95 vagas a mais), Indústria de calçados (75 vagas a mais) e material elétrico (65 vagas a mais). No acumulado dos últimos 12 meses, há uma tendência de recuperação do setor iniciada em novembro de 2015, mas que ainda apresenta no acumulado dos últimos 12 meses uma destruição de 318 vagas.
Entre os municípios, Três Lagoas apresentou melhor resultado com geração de 357 novos postos de trabalho, seguido Campo Grande (170), São Gabriel do Oeste (134), Itaquiraí (111) e Chapadão do Sul (106). Os piores resultados verificados foram de Vicentina, com redução de 198 postos de trabalho e Dourados, com redução de 124 postos de trabalho formais.
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