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Para incentivar a doação de medula óssea e sangue, Carlão vai correr e pedalar 800 km

No desafio, ele sairá de Campo Grande e vai até Jaú, interior de São Paulo no mês de junho

20 janeiro 2021 - 10h20Marcos Tenório

Transplantado de medula óssea há mais de 4 anos, Carlos Alberto Rezende, mais conhecido como professor Carlão, de 56 anos, irá realizar o "Desafio 800 Sangue Bom", onde vai correr e pedalar por 800 km de Campo Grande à Jaú interio de São Paulo.

O desafio será realizado no dia 15 de junho deste ano saindo de Campo Grande e a chegada em a Jaú está prevista para o dia 28 de junho, quando completará 57 anos.  

Carlão depois da cirurgia, realiza palestras, ainda retomou atividades esportivas como musculação e corridas de rua, ele já participou até da São Silvestre para mostrar a qualidade de vida dos transplantados.

Nas cidades que ele passará no trajeto, ele pretende fazer campanhas de doação de sangue e cadastrar novos doadores de medula óssea. 

Além disso, o projeto ainda contará com a sua participação na corrida de São Silvestre em São Paulo no dia 11 de julho e do dia 16 a 20 participará dos Jogos Americanos para Transplantados em Meadowlands/NJ/USA com o Time Brasil Atletas Transplantados competindo no atletismo.

Quem quiser colaborar com a iniciativa, o telefone para contato é (67) 99214-1977.

História

Carlão em 2015 foi diagnosticado com Aplasia Medular Severa, e recebeu a maior doação de sangue para um paciente na história do MS. Ainda no leito do hospital, fundou o projeto “Sangue Bom”, que é voltado para a doação de sangue e de medula óssea. Com o projeto ministrava palestras e organizava campanhas de doação de sangue e de cadastramento de novos doadores de medula óssea, além de campanhas solidárias.

Em paralelo, com o diagnóstico fechado, sua cura somente seria possível com um transplante de medula óssea, e até isso acontecer tomava remédios diariamente. Resolveu em 2016 voltar para a faculdade para cursar Biomedicina, sem saber se teria um doador de medula óssea ou não. E em agosto de 2016 recebeu a grande notícia que havia um doador compatível. O transplante foi realizado no dia 17 de novembro de 2016 no Hospital Amaral Carvalho em Jaú.

Posteriormente em abril de 2017 transformou o Projeto em “Instituto Sangue Bom.” Voltou para o esporte, musculação e para as corridas de rua. No mesmo ano participou de 10 corridas de 5km e da sua primeira corrida São Silvestre.

Com o Instituto Sangue Bom conseguiram ampliar o volume de ações solidárias não apenas com doações de sangue, medula óssea e órgãos, mas com ações solidárias na área de educação, saúde e meio ambiente. Em 2019 foram 306 ações e, em 2020, mesmo com a pandemia foram realizadas 302 ações solidárias.


 

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