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Pela 1ª vez na história, canonização reunirá 4 papas

25 abril 2014 - 11h07Via Terra com informações do Terra México
A cerimônia de 27 de abril na Praça São Pedro já entraria para a história da Igreja pelo fato de dois pontífices – João Paulo II e João XXIII – estarem sendo canonizados juntos, algo inédito na história da instituição. Porém, soma-se a este feito, o fato de outros dois papas – Francisco e Bento XVI – participarem da cerimônia. Pela primeira vez, um evento dessa magnitude contará com a presença de quatro papas – dois vivos e dois santos.

Não apenas Francisco e Bento XVI se preparam para a dupla canonização, mas também todos os católicos e admiradores de João Paulo II e João XXIII, que prometem lotar a principal praça do Vaticano. Há, contudo, quem diga que a dupla canonização é um golpe de mestre do Papa Francisco, que desde que assumiu o pontificado, vem tentando aproximar os setores conservador e progressista da Igreja, atrair novos fieis e recuperar aqueles que haviam se distanciado da instituição nos últimos anos.

João XXIII, ou Angelo Giuseppe Roncalli, revolucionou a Igreja, não apenas por romper com a tradição de realizar missas em latim e de costas para os fieis, mas também por ser o autor universal de um Conselho destinado a promover a união de cristãos de diversas igrejas.

Nasceu em 25 de novembro de 1881, em Sotto il Monte, ao norte da Itália, e foi beatificado em 2000 pelo mesmo pontífice com quem compartilhará a canonização no próximo domingo, João Paulo II.

Embora seja necessário o reconhecimento de dois milagares por parte da Igreja para que haja a canonização, João XXIII teve apenas um feito considerado. Angelo Giuseppe Roncalli curou uma mulher que apresentava uma série inflamação do peritônio e um hemorragia gástrica, em 1996, ao colocar uma imagem do Papa em seu estômago.

Ao Papa João Paulo II foram atribuídos dois milagres, como preveem as normas. Ele é responsável pela inexplicável cura de Marie Simon Pierre, de 51 anos, que sofria da doença de Parkinson, e de Floribeth Mora, que havia sido acometida por um aneurisma cerebral.

A rápida canonização de Karol Wojtyla, que deixou seu pontificado ao morrer, em 2005, se deve em grande parte ao Papa Bento XVI, que extinguiu a norma que previa um intervalo de 5 anos entre a morte do beatificado e a sua canonização. A canonização de João Paulo II é, portanto, celebrada, em um prazo recorde.

Até hoje, o papa que se tornará santo no próximo domingo, é lembrado por ter expressado fortes opiniões sobre os problemas sociais e políticos de países de todo o mundo, além de ter encurtado a distancia entre a Igreja e os fieis através de inúmeras viagens. Não é à toa, que João Paulo II foi apelidado de “atleta de Deus” e “Papa viajante”.

Carismático e ao mesmo tempo inflexível com temas morais, João Paulo teve um dos mais longos pontificados da história da Igreja e pregou ao longo de seus 27 anos a frente da igreja católica a paz, o diálogo entre as nações e a reconciliação dos judeus.
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