Quarenta e dois torcedores do Corinthians foram autuados, ontem (23), pela polícia depois do jogo de reabertura do estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro: Flamengo 2x2 Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro.
De acordo com a Polícia Civil, 31 são suspeitos de tentar invadir o espaço reservado para a torcida do Flamengo, depredar o estádio e agredir policiais militares antes do início do jogo. Outros 11 foram autuados por promover tumulto.
Os policiais conseguiram controlar o tumulto com a ajuda de armas não letais, como sprays de pimenta. Quando a partida terminou, os cerca de 3 mil torcedores do time paulista ficaram retidos na arquibancada do estádio até que a polícia analisasse as imagens para identificar os agressores.
Os torcedores ficaram mais de duas horas aguardando a prisão dos suspeitos. O Corinthians divulgou uma nota repudiando a atitude da Polícia Militar, que ele considerou como “covarde”.
Nota do clube paulista critica polícia
“A fim de capturar 40 torcedores que supostamente se envolveram em briga com policiais, a PM aprisionou 3 mil torcedores do Corinthians no Estádio do Maracanã, fez com que todos eles tirassem a camisa e está liberando a saída de cinco em cinco pessoas. É inaceitável que uma briga aconteça dentro do estádio entre alguns torcedores e a polícia e a mesma não tenha capacidade de prender em flagrante os envolvidos, fazendo com que todos os outros corinthianos que lá estejam sejam agredidos como cidadãos” diz a nota.
O Corinthians também pede que a Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro puna os policiais militares envolvidos no episódio.
Segundo a Polícia Civil, as 31 pessoas autuadas na Central de Garantias da Polícia Civil por agressão aos policiais terão que se apresentar a audiências de custódia na Justiça.
O Maracanã foi utilizado ontem pela primeira vez para um evento esportivo desde a cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, em 18 de setembro.
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